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“Não importa o que o jogador faz fora do campo…” . Guardiola discorda.

 

Você, sem dúvida, já ouviu muito que “não importa o que o jogador faz fora do campo, o importante é o que ele faz dentro do jogo”.

Recentemente, um dirigente repetiu o que muitos outros cartolas já fizeram: “…o importante é ele se apresentar no dia certo, se ele sumiu ou não, não interessa…”.

Esse tipo de avaliação é aplaudido por boa parcela da imprensa:

“…analiso o rendimento em campo. O resto não é problema meu…”.

Nem todo mundo pensa assim.

Há alguns dias, o professor Guardiola criticou o comportamento de dois de seus jogadores.

Jack Grealish e Phil Foden foram para o banco de reservas.

Guardiola fez questão de dizer que “Não era rodízio, não. Decidi por este time porque eles mereciam jogar hoje, esses caras e não os outros. Na época de Natal presto muita atenção ao comportamento dentro e fora do campo. E quando o comportamento fora do campo não é apropriado, eles não vão jogar”, disse à BBC.

Alguns especialistas dizem que hoje já não existe mais separação entre a vida pessoal e a profissional.

As competências principais são justamente as de comportamento, e é isso que vai agregar valor ao trabalhador, porque a parte técnica é fácil de aprender, a comportamental é muito difícil”.

O professor Guardiola, um vanguardeiro mundial, parece pensar da mesma maneira.

 

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