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MERCOSUL DESIGUAL : Argentinos criticam futebol do Brasil, sem Fair Play financeiro

O futebol brasileiro, no continente, estabelece superioridade e provoca reação.
Os rumores de inconformismo vão se transformando em realidade.
Nos bastidores da Conmebol, dirigentes dos demais países, discutem maneiras de “equilibrar” a disputa.
A matéria do jornal La Nacion, da Argentina, reforça o incômodo provocado pelo “descontrole” existente no futebol do Brasil.  https://www.lanacion.com.ar/deportes/futbol/mercosur-desigual-brasil-le-impone-a-la-argentina-y-al-resto-de-sudamerica-el-peso-de-una-billetera-nid20082021/
A reportagem mostra que nenhum dos 13 clubes argentinos que começaram competições internacionais em 2021 chegou às semifinais.
Registra que os times brasileiros contratam atletas importantes com acordos milionários e não há nenhum controle.
Diz que o calendário é constante e o futebol não para.
Lembra que o Maracanã recebeu jogos e ao lado estava funcionando um hospital de campaanha em função do Covid.
“Lá”, jogam estaduais no começo do ano e o Brasileiro começa em Abril.
Reforça que “nem na data FIFA”, o futebol é interrompido no país.
O jornal “La Nacion” aponta que TVs obrigam os clubes a colocar em campo seus principais jogadores.
A matéria fala de “números”.
Jogar no Brasil, valoriza mais os jogadores.
A TV paga muito mais aos clubes brasileiros.
No Brasil, contratos são feitos em dólares.
Na Argentina, a lei impede.
Não esqueceu de dizer que o Santos contou com Soteldo e ” não pagou nada”.
No futebol brasileiro não existe Fair Play financeiro.
Fala da contratação de Diego Costa graças à presença de um mecenas e com um salário impensável para o mercado argentino.
Mostra espanto ao constatar que a Copa do Brasil paga ao campeão, quase o valôr que a Conmebol entrega ao vencedor da Libertadores.
Os clubes brasileiros, diz o jornal, podem jogar 80 partida num ano, sem que ninguém proteste.
O texto de Alejandro Casar González, retrata aquilo que pensam nos bastidores, os demais filiados da Conmebol.
Se terão força para provocar o chamado “equilíbrio” no continente, vale esperar.
Por aqui, a primeira “resposta” a contestação adversária é que ” não é possível punir a competência…” .

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