Pular para o conteúdo

LEOZ conseguiu o que nem El Chapo alcançou…

 

Nicolas Leoz, 90 anos, faleceu no final de agosto deste ano.
Durante décadas comandou o futebol paraguaio e chegou à vice Presidência da CONMEBOL.
Assumiu a presidência da entidade e ficou alí durante 26 anos.
Foi insistentemente acusado de corrupção ao longo de toda a sua caminhada como dirigente.
Ele e o cinzento grupo de dirigentes da instituição sul-americana nunca priorizaram a transparência nos negócios…
Com a chegada do FIFAgate a situação de Leoz – mesmo fora da Conmebol – ficou bem complicada.
Os americanos , munidos de provas do maior escândalo de corrupção do futebol, tentaram extradita-lo.
Não conseguiram pelos mais variados motivos. Não conseguiram o cara a cara…
E o governo paraguaio, segundo jornalistas independentes do Paraguai,  nunca se empenhou em mandar para NY o principal chefe da entidade que comanda o futebol do continente.
Leoz morreu e escapou da temível extradição.
Essa “vitória” – de escapar da assustadora extradição para os braços da justiça dos Estados Unidos – não foi conseguida nem pelo narcotraficante mexicano El Chapo.
Ligado à “Alianza de Sangre”, também conhecida como Cartel de Sinaloa.
Considerado pelas autoridades como um dos mais poderosos traficantes de drogas do mundo, e até à sua prisão era um dos barões da droga mais procurados no México e nos Estados Unidos.
Depois de muitas fugas, ele foi recapturado por investigadores mexicanos e em seguida deportado para os Estados Unidos.
Em julho de 2019, um tribunal estadunidense o condenou à prisão perpétua.
Mas, não é só Leoz que morreu “ganhando” de El chapo.
Há vários cartolas que estão driblando as autoridades dos Estados Unidos.
Claro, não conseguem fazer isso sózinhos.
Pelo mundo afora , muitas autoridades dos países de personagens investigados pelo FIFAgate “protegem” alguns cartolas daquilo que os investigadores americanos consideram o maior esquema de corrupção da história do esporte.

 

 

Comentários

comments