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COVID no futebol e as “penas alternativas” . Tribunal pode ajudar.

COVID no futebol.
Esse é o tema aqui.
Os tribunais e clubes estão multando profissionais que não seguem o protocolo determinado pelos médicos . Quem paga a multa é o cofre da agremiação.
O “infrator” não sente nada no seu bolso. Nem o clube se importa com a “migalha” imposta.
Os julgadores e os dirigentes prestariam um grande trabalho na luta para a conscientização da prevenção, se aplicassem, também, nesses casos, penas alternativas.
Esse tipo de pena já existe e é adotada em várias situações .
Você já ouvir falar em “prestação pecuniária, perda de bens e valores,prestação de serviços à comunidade ou entidades públicas, interdição temporária de direitos, limitação de fim de semana, justiça restaurativa , prisões abertas, por exemplo.
Os auditores dos tribunais esportivos poderiam pensar em adaptações…e os clubes tem instrumentos para esse tipo de punição.
Vários jogadores e treinadores fizeram o oposto das recomendações médicas.
Péssimos exemplos.
Figura pública tem o poder de mostrar a coisa certa…ou seu ato irresponsável é capaz de jogar por terra campanhas de alerta e esclarecimentos.
Os tribunais e clubes poderiam ajudar a educar .
Sugestões:
-Conversar , no mínimo, por uma hora com quem ficou internado, entubado , isolado..para saber realmente o grau de sofrimento provocado pela contaminação, antes, durante e após o episódio.
– Visitar a família que perdeu alguém na luta contra esse vírus perverso.
– Ouvir o que tem pra dizer um médico ou enfermeiro que atua, diariamente, nas UTIs ou nas áreas especiais dos hospítais , reservadas para os pacientes com COVID.
– Contar tudo aquilo que ouviram e viram aos demais integrantes dos elencos e das comissões técnicas.
Talvez, assim, cresça no ambiente do futebol – fora de campo – a empatia.
A pena teria o objetivo de faze-los compreender o que as vítimas pensaram e sentiram .

 

 

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