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COVID – Cartolas são acusados de falsificar exames. Podem ir para a prisão.

Exames de coronavírus falsificados.

Dirigentes do Mesquita Futebol Clube (RJ) fizeram isso.

Falsificar exames de coronavírus é um ato gravíssimo.

Foram denunciados pela Procuradoria do TJD do RJ , Ângelo Benachio, o atual presidente do clube; Cleber Louzada, ex-presidente; e o gestor Antônio Carlos Dias de Souza.

Caso peguem pena máxima, eles podem ser suspensos do futebol, cada um, por quatro anos e meio, além de pagar multa de R$ 200 mil.

Deveriam estar na cadeia.

É muito provável que tenham “colaborado” para mortes ou grandes sofrimentos em leitos ou UTIs.

Quando uma pessoa recebe o laudo “positivo”, na mesma hora deve se isolar.

Ao perceber os sintomas da doença, a procura de ajuda médica é fundamental.

Esses irresponsáveis “brincaram” com as vidas e a saúde de um sem número de pessoas.

Na denúncia do TJD/RJ ,esse é um dos trechos:

“A irresponsabilidade dos denunciados é gravíssima, pois é uma afronta à saúde das pessoas, e por consequência à vida, posto que muitos não sobrevivem à infecção causada pelo coronavírus. Assim, o ato de expor pessoas a risco é uma ofensa ética, pois macula o próprio desporto, criando descrédito nas instituições que regulamentam e promovem as partidas, que tanto se esforçaram para que pudessem retornar as partidas com segurança”.

O Código Penal tem vários artigos que falam sobre “Disseminar o Coronavírus”.

Um deles esclarece que para configurar a conduta criminosa é necessário que a pessoa pratique ato de contaminação de maneira intencional, ou seja, com a finalidade/vontade de passar a doença para outras pessoas. A pena é de 1 a 4 anos de reclusão e multa.

As autoridades precisam dizer se a falsificação foi com essa intenção.

Outro crime é descrito assim: “…é a exposição da vida ou saúde de outra pessoa a perigo. Algo que pode acontecer caso o infectado com COVID-19, ciente de sua condição, descumpra a determinação de isolamento ou outras medidas impostas para evitar a propagação da doença”.

Os denunciados pelo TJD/RJ tinham conhecimento do que estavam fazendo. Sem dúvida.

Polícia e MP precisam agir.

Se o assunto for levado com a seriedade que merece, eles irão para a prisão.

 

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