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CASO ROBINHO: Patrocinadores fizeram o clube recuar

Acabou o acordo entre Santos e Robinho.

Durou poucas horas.

A diretoria do clube não se incomodou com as reações contrárias à contratação do jogador.

O fato de Robinho estar condenado (em 1ª. Instância e ele recorre) num processo de estupro coletivo foi desconsiderado.

A violência contra a mulher é motivo de intensas campanhas no mundo todo.

Contratar Robinho foi dar as costas aos alertas, protestos e minimizar um crime gravíssimo.

Só decidiu romper o compromisso quando os patrocinadores entraram em campo.

Quase todas as empresas disseram que se a contratação fosse mantida, elas iriam retirar seus investimentos.

Não é preciso ser gênio para saber que a MARCA de um produto ou de uma empresa é um tesouro.

É um bem precioso, construído ao longo do tempo.

Hoje, são valorizadas as marcas e as empresas que adotam um propósito e buscam valores significativos.

Não é só o seu produto que precisa ser bom, mas como está sendo o seu esforço para colaborar para um mundo melhor.

As empresas patrocinadoras do Santos reagiram e deixaram claro que não pretendiam atrelar suas marcas à irrefletida decisão da diretoria santista.

Sem esses apoiadores, o já combalido cofre do clube ficaria ainda mais vazio.

Esse triste episódio não teria acontecido se os dirigentes do Santos soubessem que a sua marca tem mais de um século e não pode correr riscos de ser duramente atingida.

Suas atitudes, muitas vezes, têm mais significado que um título em campo…

E algumas delas, farão enorme diferença no futuro.

 

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