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ALÔ , DANIEL ALVES …não acredite nesse apoio.

Daniel Alves perguntou se é “proibido sem feliz? ”
Depois que postou vídeo fazendo uma animada batucada, recebeu críticas.
É preciso dizer, também, que colheu apoio e aplausos de muita gente boa.
Deve ter ouvido, feliz, a lambição da diretoria do cluibe.
Mas, respondendo a questão do atleta tricolor : não, não é proibido ser feliz.
Tem até um ranking sobre felicidade.
A Finlândia foi o país mais feliz do mundo em 2019.
Título entregue pelo World Happiness Report 2019, com apoio dos dados da consultoria Gallup e da Organização das Nações Unidas (ONU).
Essa turma monitora o estado da felicidade no mundo.
Os analistas levam em conta a expectativa de vida (considerando os anos em que uma pessoa vive saudável), a retaguarda social que as pessoas têm do governo, o apoio recebido das instituições públicas, a sensação de liberdade e a generosidade.
Os dez primeiros países do ranking, são ricões…
Daniel Alves colocou “felicidade” na conversa.
Deve ser feito confusão.
No que diz respeito a minha crítica, nem pensei em felicidade.
Quero que ele seja feliz sempre.
Eu fui no caminho da exposição inoportuna.
Melhor jogador do time , mais experiente, mais títulos conquistas na carreira.
Sua bagagem profissional justifica uma grande alegria .
Mas, é integrante de uma equipe, titular de um time.
Inspira muitos jovens. Seus gestos , suas ações, são exemplos para muitos iniciantes.
O time está numa difícil situação da Libertadores.
Se ele estivesse em campo, força tricolor seria muito maior.
(Estou escrevendo antes do jogo contra a LDU, no Equador.)
Ele não participa porque está em recuperação de uma contusão no braço.
Vendo o vídeo, é possível achar que a difícil partida que o grupo terá dentro de algumas horas, não faz parte do rol de suas preocupações.
Assistindo a animação , não é delírio pensar que o jogo não faz parte do seu cardápio de interesse nessa noite.
Sim, pode ser exatamente o oposto.
Mas, o torcedor , aquele que sofre antecipadamente, gostaria de ter a solidariedade nessas horas de tensão do seu melhor jogador.
O capitão do São Paulo , misturou “felicidade” com “empatia”.
O ídolo precisa – mesmo distante – sentir-se no lugar de quem o idolatra.
Calejado pelo tempo, deveria saber que “jogador fazer o que quiser na folga” não passa de uma falácia.
Aliás, em nenhuma profissão é assim…

 

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