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Vendeu? Entrega

Vendeu? Entrega

Com a janela de transferências aberta, muitos jogadores e clubes sonham com negociações.

Atletas dizem que nem pensam em sair, clubes afirmam que vender não está em pauta.

Pura falácia.

Jogadores e dirigentes torcem para o telefone tocar.

Compradores serão recebidos com tapete vermelho.

Alguns poucos jogadores já acertaram suas transferências.

André, atacante do Santos, já está vendido para o futebol da Ucrânia. É apenas um exemplo.

Continua jogando pelo alvinegro e depois da final da Copa do Brasil irá embora.

Isso não funciona.

Vendeu? Entrega.

Vale para todos os negócios já acertados.

E, em algumas situações, até para quem ainda não foi vendido. O personagem sai totalmente do eixo.

Quando o negócio não é concretizado, vem a frustração e a decepção.

Nunca mais joga o que vinha jogando ou demora muito para voltar aos bons tempos.

Imagine o que pensa um jogador quando lê que o seu clube não aceitou uma proposta de milhões de dólares.

Quando ficam sabendo que clubes do exterior talvez façam uma oferta por eles, muitos não conseguem dormir.

A cabeça dos jogadores que estão negociados ou daqueles que sonham com uma saida para exterior, fica toda “mexida”, como diz o treinador Dorival Junior.

Muda o comportamento do jogador, do dirigente e da família do atleta.

Algumas famílias, antes mesmo do negócio ser fechado, começam a gastar por conta…

Os agentes e procuradores ficam muito agitados.

Os jogadores evitam divididas, ficam temerosos e diminuem a eficiência.

Depois da venda a entrega deve ser imediata.

É melhor para todos os envolvidos.

E, no atual futebol brasileiro, nenhum jogador vendável, pode ser considerado insubstítuível.

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