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Como investir em Bitcoin? Escolha a exchange certa!

Como investir em Bitcoin? Escolha a exchange certa!

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Não há um único dia sem que o noticiário econômico aborde o tema “criptomoeda”. É bem verdade que a manchete muitas vezes envolve o Bitcoin, que é a mais famosa das critptos. Esse é um sinal de algo que vem sendo discutido há algum tempo: o fato de que os criptoativos deixaram de ser apenas uma expressão tecnológica genial e se tornaram um ativo reconhecido e cada vez mais presente no mercado financeiro, especialmente.

Há alguns anos, no entanto, quando fomos apresentados à criação de Satoshi Nakamoto (um pseudônimo que pode representar o criador ou os criadores do Bitcoin), tinha-se a ideia de que, em algum momento, sairíamos por aí comprando produtos e contratando serviços e pagando por tudo isso com a criptomoeda. Mas esse não foi o rumo que as coisas tomaram, como bem resumiu o especialista no tema Christian Aranha, em artigo publicado na MIT Technology Review Brasil:

“Está cada vez mais claro e consolidado na academia e no mercado que o Bitcoin não será um dinheiro do tipo cash, o dinheiro do bolso, o de pagamento. Hoje sabemos que ele é lento e caro demais para isso. Não adianta tentar fazer emendas, novas propostas de mudanças ou puxadinhos, isso não vai mudar. Porém, o uso como reserva de valor está praticamente garantido. Isso significa que o dinheiro do mundo não, mas 10 trilhões, o valor que carrega o ouro, principal reserva de valor hoje, é cada vez mais possível.”

Diante desse cenário, assistimos atualmente ao crescente interesse de investidores por criptomoedas. E, claro, não me refiro apenas ao Bitcoin porque surgem novos ativos digitais com certa frequência, todos baseados nos princípios descritos por Nakamoto. O banco norte-americano Morgan Stanley, por exemplo, anunciou nesta semana que vai oferecer a seus clientes acesso a fundos de Bitcoin. A mudança de postura de uma instituição tão tradicional foi provocada pelo aumento considerável do apetite dos investidores pelos criptoativos, reflexo das transformações digitais e econômicas que atravessamos.

Não pode vencê-lo, junte-se a ele!

O debate regulatório a respeito das criptomoedas é extenso. Passa inclusive por tentativas de restrição frustradas, o que já era esperado uma vez que o Bitcoin é um ecossistema descentralizado, aberto e que não gera vínculos entre os participantes da rede. Ou seja, está fora de qualquer ambiente controlado por Bancos Centrais. Em um primeiro momento, como de costume com qualquer inovação, o regulador levantou a guarda enquanto tentava compreender a disrupção em andamento. No segundo instante, percebeu, com o aumento no número de investidores, que havia ali uma onda que não poderia ser freada. Foi então que os primeiros movimentos de trégua começaram.

Em diversas regiões, como Estados Unidos e Europa, o Bitcoin está enquadrado na categoria bens e direitos digitais. Uma forma de regular, controlar as transações e a posse dos ativos sem inviabilizar o ecossistema e sua natureza livre. “A regulação do ecossistema cripto é diferente em várias partes do mundo. Aqui no Brasil, a Receita Federal foi a primeira a regular. Ela editou uma instrução normativa que define o que é uma exchange e o que é um criptoativo”, explica Fabrício Tota, diretor do Mercado Bitcoin, uma das principais exchanges do Brasil.

Neste ano, por exemplo, se tornou obrigatória a declaração do Bitcoin no Imposto de Renda. Embora não tenha ainda uma regulamentação específica por aqui, a Receita Federal vai tributar, a título de ganho de capital, os casos em que a movimentação mensal exceder R$ 35.000,00. Embora pagar imposto não seja algo da preferência de ninguém, é preciso observar com bons olhos essa movimentação, afinal ela tira os criptoativos da margem e os traz ainda mais para o centro.

“(A Receita Federal) É um dos reguladores aqui do Brasil reconhecendo a relevância das criptomoedas. Você regula aquilo que faz sentido regular, porque é preciso estar atento e proteger o cidadão de alguma forma. A morte e o tributo são coisas certas na vida, e para você ter legitimidade em um setor você precisa se adequar. Pode-se até questionar ‘poxa, mas poderíamos ter uma regulação melhor’, mas a lei existe há muito tempo e se não tem regulação específica, você procura o que tem próximo, parecido, e no nosso setor é assim”, analisa Fabrício Tota.

As exchanges e a segurança para o investidor

O sistema Peer-to-Peer proposto por Satoshi Nakamoto no paper do Bitcoin permite que as transações sejam feitas diretamente entre os usuários, afinal essa é a natureza do criptoativo, que passa bem longe da estrutura burocrática que impera em outros setores que nasceram antes da era digital, caso do mercado de ações. Mas o P2P é um facilitador na mesma medida em que gera insegurança para compradores e vendedores. É nesse ponto da equação que entra a exchange.

Embora atuem como intermediário na relação de compra e venda de criptoativos — o que pode parecer contraditório diante da natureza livre e digital das criptos —, as exchanges se tornaram agentes de confiança, garantindo proteção e praticidade. Além disso, ao contrário do que ocorre no mercado de investimentos tradicional, onde há uma série de intermediários sobrepondo custos e atuações, na melhor síntese do que é a burocracia analógica, no caso das exchanges a simplicidade está na essência.

“Quando você reduz essa cadeia a poucos intermediários, da ponta A à ponta B, sobra mais dinheiro. A transação como um todo é mais barata. Tudo o que existe hoje foi criado para um universo analógico, boa parte da regulação feita para vários investimentos, como ações, foi criada para outro ambiente. O Bitcoin nasceu digital, não existe a pergunta ‘e o Bitcoin na época que era físico?'”, avalia Fabrício Tota, resumindo o caráter facilitar e mais vantajoso das exchanges.

Como o investimento em Bitcoin (e em outras criptomoedas) é um caminho sem volta, o que deve estar no radar do investidor, seja ele alguém mais experimentado ou um iniciante, é a escolha de uma exchange que seja confiável e respeitada pelo mercado. Há algumas formas de separar o joio do trigo. Uma delas é a pesquisa de reputação por meio de índices internacionais. O Blockchain Transparency Institute conduziu um estudo que apontou o Mercado Bitcoin como uma das 25 exchanges mais confiáveis do mundo — é a única latino-americana da lista. Outros aspectos importantes são a segurança de dados e o investimento da exchange em áreas de compliance focadas no combate à lavagem de dinheiro.

Assista à íntegra da entrevista de Fabrício Tota, do Mercado Bitcoin, ao Tech News:

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