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Psicóloga ensina a identificar e se libertar de um relacionamento abusivo

Hoje vamos falar de um tema relacionado à saúde mental. Que abala muitas pessoas, do emocional ao  físico e que, muitas vezes, não é tão fácil perceber   Relacionamento abusivo é aquele que vai limitando a vítima, seja ela homem ou mulher. “Quem ouve falar em relacionamento abusivo pensa em agressão física, porém em  muitos casos, aliás, não existe a violência física, mas existe evidentemente a violência moral”, explica a psicóloga Sirlene Ferreira.

Chantagem, humilhação, desqualificação, rejeição, abuso de poder, desmerecimento, ou seja, a prática de qualquer ação que faça a mulher se sentir maltratada ou constrangida caracteriza-se como violência moral.

Para se livrar de um relacionamento abusivo, primeiro é preciso saber identificar os sinais:

O parceiro faz você sentir que não compreende certos assuntos;

Sente muito ciúmes excessivo;

Diz que você é louca;

Deseja controlar sua vida e suas escolhas;

Te pega com força ou grita com você;

Tenta fazer você se sentir sempre culpada por ter começado uma discussão;

Fala que você não será amada por mais ninguém;

Não fica feliz com suas conquistas;

Não gosta que você saia sozinha;

Ele se mostra agressivo batendo portas ou jogando objetos;

Ele te agride (ou já agrediu);

Promete que não vai mais te agredir;

Você pensa que precisa dele para viver “financeiramente bem”;

Você simplesmente tem medo de terminar;

Ele se mostra totalmente desrespeitoso com mulheres.

Como sair de um relacionamento abusivo

“Lembre-se que você vive num país onde as mulheres têm seus direitos adquiridos. Conte com a ajuda de pessoas de sua confiança. E, se essa ajuda não bastar, busque a delegacia da mulher”, orienta a psicóloga.

Alguns passos são muito importantes na hora sair de um relacionamento abusivo:

Reconheça eu você está em relacionamento abusivo.
Converse com alguém de sua confiança
Procure ajuda
Seja cautelosa. Não faça ameaças
Fortaleça sua autoestima:
Termine o relacionamento:

Por fim, não se culpe por “um dia ter entrado em um relacionamento abusivo”. A “culpa” não é sua. Pense apenas no que você deve fazer daqui para frente.