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Sofrendo e ganhando

Corintiano sofredor, graças a Deus. Tá no canto. Em cada canto. Ainda mais no Maracanã que pela primeira vez foi corintiano em 1976 contra o mesmo

Fluminense (embora não seja o Fluminense o mesmo, com dois treinadores diferentes nos dois jogos, e ainda impregnado pela filosofia do demitido Diniz). No Maraca que foi pela primeira vez mundial corintiano em 2000.

Estádio de ótimas memórias alvinegras com grandes vitórias nos pênaltis depois de empates sofridos. Ainda que mais uma vez os dois clássicos pela Sul-Americana não ficarão na lembrança pela incompetência ofensiva do classificado justo pelo gol fora de casa. Algo a se discutir cada vez mais.

Mas indiscutivelmente foi melhor nos 180 minutos o Corinthians de Pedrinho que é melhor em 2019 que o rival. Chegou mais vezes, e sonegou as chegadas do adversário no 4-1-4-1 que vai se firmando com Carille. Ainda que falte algo mais. Algo que também é possível cobrar desse elenco, desse treinador, dessa camisa.

O Fluminense também foi mais consistente defensivamente. Mais pé no chão pelo pé-de-obra esforçado que teve o estreante Oswaldo. Era o possível a ser feito. Não se pode cobrar mais do elenco no atual estágio.

E do Corinthians pode se esperar mais do mesmo. Uma equipe extremamente competitiva. Ou melhor: extremamente campeã em um torneio que não é complicado de ser vencido contra apenas um rival do mesmo nível – o Galo.