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Lusa, por favor, ilusiona!

Não teve festa pelos 99 anos. Ao que sei. Não tem tido motivo.

Tenho pouco mais da metade dessa idade. Sou do tempo quando se conheciam até os reservas. Hoje não consigo citar um titular. Ou mesmo o treinador.

Qual campeonato disputa. Se é que joga.

Porque jogaram a Portuguesa onde está. De fora para dentro. De dentro pra fora de tudo.

Não sei quando volta. Se retorna. Como será. Se um dia ainda será.

Mas sei que hoje, com amigos e colegas, começamos a contar um pouco desses 99 amos. Queremos contar ainda mais.

Porque o que hoje temos é aquela Portuguesa. Aqueles times. Aquelas festas. Aqueles craques. Aquele Canindé.

Essa camisa da foto.

Colorida do passado. Preta e branca do presente.

O futuro?

Ninguém sabe. E quem deveria contar não está nem aí. Nem lá no Canindé.

Oremos, Lusa. Rememos, Portuguesa.

A cruz que se carrega no peito não é peso. É sinal de esperança.