Mesmo sem saber de qualquer outro grande filme, você leu recentemente sobre Meu Amigo Hindu. 

O filme trás a história de Diego (Willem Dafoe), um cineasta diagnosticado com câncer terminal, cuja única chance de sobrevivência é se submeter a um transplante de medula óssea experimental, que apenas é realizado nos Estados Unidos. Assim, ele parte para Washington mas antes decide se casar e se despedir dos amigos. Já no hospital, ele conhece um menino hindu de apenas oito anos, que também está internado. Logo Diego passa a vivenciar com ele aventuras fantasiosas, inspiradas no cinema, que ajudam a suportar a dura realidade que os cerca.

Sim, o filme é assumidamente autobiográfico. No elenco, além de Dafoe, Maria Fernanda Cândido, Bárbara Paz, Selton Mello, Reynaldo Gianecchini, Maitê Proença, Dalton Vigh, Ary FontouraDan Stulbach.

E você pode me dizer que ouviu dizer, mas que não foi ver este filme. E é aí que eu te lembro de um outro: Carandiru (2003).

O filme baseado no livro Estação Carandiru, do médico Drauzio Varella, narrou as experiências com a dura realidade dos presídios brasileiros em um trabalho de prevenção à AIDS realizado na Casa de Detenção. O elenco é muito incrível… Tem Robson Nunes, Milhem Cortaz, Caio Blat, Wagner Moura, Rodrigo Santoro, Milton Gonçalves, Ailton Graça, Lázaro Ramos, Floriano Peixoto, Rita Cadillac, Maria Luisa Mendonça e Leona Cavalli.

Indicado ao Oscar de melhor diretor, por O Beijo da Mulher-Aranha (1984).

Prêmio Leopardo de Prata, no Festival de Locarno, por Pixote – A Lei do Mais Fraco (1980). O filme conta a história do garoto que faz parte de um grupo de crianças de rua que, depois de sofrer muito num reformatório, faz aliança com uma prostituta, papel de Marília Pera. Na vida real, o garoto não conseguiu seguir a carreira de ator, voltou a morar em uma favela em Diadema, se envolvendo com a criminalidade. Chegou a ser preso por assalto e porte ilegal de arma. Fernando Ramos da Silva acabou morto aos 19 anos, por policiais, em São Paulo, sete anos após o lançamento do filme.

Indicado ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de melhor diretor, por Coração Iluminado (1998).

Prêmio do Público, na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, por Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia (1977), baseado em livro de José Louzeiro. O filme relata a trajetória do criminoso Lúcio Flávio, famoso bandido da década de 70 que tornou-se nacionalmente conhecido pelos roubos a banco e fugas espetaculares. No elenco, Reginaldo Faria, Ana Maria Magalhães, Grande Otelo, Lady Francisco,
Milton Gonçalves, Paulo César Peréio e Stepan Nercessian.

O cineasta Hector Babenco morreu, aos 70 anos, nesta quarta-feira, 13, em São Paulo. Babenco foi vítima de uma parada cardiorrespiratória no hospital Sírio-Libanês, onde estava internado há cerca de três dias.

 

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