Hoje, a capa da Ilustrada, caderno da Folha, tem uma matéria muito legal de Bruno Molinero e Lucas Brêda. Sob o título Pé na bunda é o que mais faz brasileiros conhecerem novas músicas, eles revelam dados de um levantamento inédito conduzido pelo instituto britânico 3GEM, por encomenda da plataforma de streaming Deezer. Foram 10 mil entrevistados em todo o mundo, com 2.000 brasileiros respondendo ao levantamento.

Talvez, intuitivamente você já soubesse, mas com a pesquisa números confirmam que 70% dos brasileiros que ouvem novas faixas fazem isso na sofrência, depois de perder um amor. Claro que temos os clássicos, com populares como Reginaldo Rossi, Waldick Soriano e Odair José.

Temos o hino Evidências e a jovem Marília Mendonça e suas rasgadas canções de saudade. Agora, a verdade é que quando a gente toma um pé, é bom mesmo encontrar uma trilha sonora para chorar largado… Talvez um música nova em folha, só pra marcar aquele momento fundo do poço, com uma letra que bate com o que a gente está vivendo.

O Brasil tem percentagem mais alta do que a tendência mundial nesse quesito sofrer com uma nova canção. Se no geral 66% dos ouvintes descobrem novas faixas após um término, por aqui são 70% dos sofrentes que buscam na música um apoio para essa fase. Agora, tem luz luz no fim do túnel! De acordo com a pesquisa, 25% ouvem música para se sentir melhor, 10% para redescobrir a própria identidade e 10% para conhecer novas pessoas. Olha só!

Recentemente, casada, não tomei pé. Mas cheguei a chorar com Sandy e Tiado Iorc, na faixa Me Espera. 

“Eu ainda estou aqui
Perdido em mil versões irreais de mim
Estou aqui por trás de todo o caos
Em que a vida se fez
Tenta me reconhecer no temporal
Me espera
Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Eu que tanto me perdi
Em sãs desilusões ideais de mim
Não me esqueci de quem eu sou
E o quanto devo a você”

Quando tô lá com as minhas questões, sempre recorro ao Tim Bernardes. O álbum Recomeçar só tem hino par as dores do coração <3

Canta comigo:

“Quando acorda olha para o lado
Se veste bonita pra ninguém
Chora escondida no banheiro
Pras amigas finge que está bem
Mas eu vejo
Eu vejo
Acha que precisa ser durona
Não dá espaço para a dor passar
Tem um grito preso na garganta
Que não está deixando ela falar
Mas eu ouço
Eu ouço
Quase como que anestesiada
Vai deixando a vida carregar
Ela sentiu mais do que aguentava
Não quer sentir nada nunca mais
Mas eu sinto
Eu sinto
Qualquer um que encontra ela na rua
Vê que alguma coisa se apagou
Ela está ficando diferente
Acho que ninguém a avisou
E eu digo
Eu digo”

 

 

 

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