Dark foi a primeira produção original alemã da Netflix. A série tem muitos detalhes, envolve viagem no tempo e entrelaça a história de 4 famílias. A história se passa inicialmente em 2019, mas depois de divide entre vivências do passado e presente, com pitadas de futuro. Parte do desaparecimento de umas crianças, trata de temas como paternidade e responsabilidades bastante adultas. você também será apresentado à um vilão, o Noa. E muita gente achou que Dark é uma espécie de Stranger Things proibidona.

Relembre a primeira temporada:

DARK segunda temporada estreia em 21 de junho, na Netflix. E trailer da sequência prenuncia um futuro apocalíptico!

E já que eu citei no vídeo de Dark, a série Dirk Gently Holistic Detective Agency, disponível na Netflix, é uma ótima indicação que leva a assinatura de Douglas Adams, do aclamado O Guia do Mochileiro das Galáxias. A série trata basicamente da formação desta agência de investigação holística, liderada pelo excêntrico detetive Dirk (Samuel Barnett), que é malucão e tem um vibe Austin Powers. A história é contada a partir do personagem de Elijah Wood, que virá a se tornar assistente de Dirk. A primeira temporada tem oito ótimos episódios, com personagens improváveis e sim, com muitas viagens no tempo. A segunda temporada também está disponível no serviço de streaming.

 

Recentemente também maratonei a segunda temporada de The OA. Mais uma série que abusa da viagem no tempo, ou pelo menos da tentativa de se viajar no tempo para contar a história de uma mulher que desaparece por 7 anos, cega, e reaparece enxergando. Sua versão sobre o período em que esteve sumida é fantástica, e será contada para outsiders que irão inclusive aprender uma coreografia maravilhosa. Não conto mais para não estragar a vibe.

Na segunda temporada Prairie Johnson vai realmente viajar para uma outra dimensão, outra realidade, e seguirá ligada aos parceiros de cárcere e aos que ouviram suas histórias. Muitas portas seguem abertas para mais temporadas protagonizadas e idealizadas por Brit Marling. Diz que vem mais coisa por ai!

Fechando as dicas de séries que brincam com viagem no tempo, a recente Russian Doll. Motivos para ver a série? Vamos lá. Se você já é fã da série Orange Is The New Black, talvez esteja no mínimo curiosa para saber o que mais tem a oferecer a intérprete de Nicky Nichols, a agora bem ruiva Natasha Lyonne. Pois é dela o projeto de Boneca Russa, escrita, produzida e protagonizada, mas também em parceria com  Leslye Headland (Bachelorette, 2012) e Amy Poehler (Parks and Recreation).

Lançada em fevereiro, a série oferece 8 episódios de no máximo 30 minutos, curtinhos e deliciosos. Boneca Russa conseguiu a façanha de alcançar 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, site importante que soma a avaliação não só de críticos especializados, mas de amadores que curtem falar daquilo que assistem.

Lyonne interpreta  Nadia, uma xxxovem programadora que comemora seus 36 anos em uma grande celebração quando descobre que a cada vez que morre, se vê de volta ao banheiro da festa, num loop eterno ( será?), que claro nos leva para clássicos como O Dia da Marmota ( ou Feitiço do Tempo, 1993) e até Corra Lola Corra 1998). Ela também perdeu um gato, não ajudou um cara que estava bêbado na loja de conveniência, acha que conhece um mendigo e transa com um cara escroto. Não exatamente nessa ordem.

Entre as muitas participações especiais, na vida e revida da protagonista, uma me chama a atenção:  Chloë Sevigny, que vive a mãe de Nadia. Esse é também um lance bastante legal da produção: a investigação do passado da protagonista, que tenta de todas as formas descobrir o motivo de estar presa no mesmo dia repetidamente.

A produção também capricha nos detalhes que vão do figurino à trilha sonora. Gotta Get Up, de Harry Nilsson, vai se transformar no seu novo hino informal. Vai por mim.

E detalhe: a série tem uma segunda temporada completamente engatilhada pelas criadoras! Na verdade, o plano inicial é de pelo menos 3 temporadas, mas a Netflix ainda não confirmou esse babado não. Lyonne falou o seguinte, ao The Hollywood Reporter:

“Nós definitivamente apresentamos [Russian Doll] como um ideia de três temporadas e, no entanto, é tão interessante pensar em como isso se modifica e se transforma com o tempo desde a criação.Quem sabe se teremos a sorte de voltar para essa toca de coelho. Essa é a pergunta de amanhã. Mas acho que temos algumas ideias.”

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