Causou estranheza? Talvez. Isso porque o Pulitzer raramente premia a música pop. No ano passado, por exemplo, o prêmio foi para o compositor experimental de ópera Du Yun. Desde 1990, algumas mudanças para a escolha dos premiados abriram as portas para que a honraria incluísse outras vertentes musicais. Desde então, artistas de jazz como Wynton Marsalis e Ornette Coleman já receberam o prêmio, assim como o musical Hamilton, versão moderna de Lin-Manuel Miranda, premiado em 2016.

No caso de Kendrick Lamar, que este ano perdeu o Grammy de Álbum do Ano para Bruno Mars, ele é o primeiro rapper a ganhar o Prêmio Pulitzer da música. Seu mérito, segunda a junta da premiação, é a habilidade de relatar o cotidiano afro-americano. Seu álbum, DAMN é o preimiro reconhecido pela organização num segmento diferente do jazz ou orquestra. Foi descrito como:

“Uma coleção de canções virtuosas, unidas por sua autenticidade vernácula e seu dinamismo rítmico, que oferece vinhetas que capturam a complexidade da vida afro-americana moderna”.

O jornal The New York Times e a revista The New Yorker dividiram o principal prêmio pelas denúncias de assédio sexual e estupro contra o produtor de cinema Harvey Weinstein e Bill O’Reilly, ex-âncora da Fox News, entre outros.

 

 

Sabe aquele vídeo daquele cara falando aquela coisa? É fake. Uma linda mulher para Richard Gere

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