Ontem, o Fantástico mostrou as imagens da repórter Júlia Guimarães, do Grupo Globo, sendo vítima de assédio por parte de um torcedor que tentou beijá-la. Ela estava se preparando para entrar ao vivo no Esporte Espetacular, antes do jogo entre Japão e Senegal, quando:

Um beijo pra você, Julia. Que explicou o que a gente imagina ser tão claro:

“Não faça isso. Nunca mais faça isso, ok? Não faça isso. Eu não te dei permissão para fazer isso. Nunca. Ok? Isso não é educado, não é certo. Nunca faça isso. Nunca faça isso com uma mulher, ok? Respeite!“

Ao Globo Esporte, a repórter declarou:

“– É a segunda vez que isso acontece comigo aqui na Rússia. Eu nunca passei por isso no Brasil, mas que fique bem claro que é por sorte mesmo, porque acontece muito no Brasil, já vimos várias vezes com colegas da imprensa. Estou vivendo isso muito aqui na Rússia, desde olhares agressivos até cantadas em russo, que obviamente eu não entendo, mas sinto. E é a segunda vez que acontece algo físico, de um cara tentar me beijar. Na primeira vez, foi antes do jogo entre Egito e Uruguai, e eu acho que era russo. Agora com certeza era russo. É horrível. Eu me sinto indefesa, vulnerável. Desta vez eu dei uma resposta, mas é triste, as pessoas não entendem. Eu queria entender por que a pessoa acha que tem direito de fazer isso.”

E esse vídeo das minas com o repórter? É a mesma coisa? Vamos ouvir o próprio: Ben-Hur Correia Eis que mulheres podem dirigir... Na Arábia Saudita

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