Estamos falando de indústria da música, e num dado realmente significante. Nada que qualquer bom observador não pudesse projetar, agora sabemos que o streaming é a principal fonte de renda do setor. Esta é a primeira vez que um relatório nos dá números que comprovem isso. Em 2017, segundo a Federação Internacional da Indústria Fonográfica o streaming de música representa 38,4% da receita de músicas gravadas. São
176 milhões de usuários inscritos em serviços online que inclusive impulsionaram crescimento de 8,1% do mercado no ano passado.

Hoje, o streaming de música representa 38,4% da receita de músicas gravadas. Spotify, Deezer e Apple Music, entre outros, hoje representam a principal fonte de renda do setor, deixando as vendas físicas para trás.

Este é o terceiro ano consecutivo de crescimento no setor de música, depois de 15 anos de declínio. A questão do streaming fez com que os números de queda nas vendas físicas e de downloads digitais fossem compensados. Mas claro que nem tudo são flores, e o próprio relatório também aponta uma das questões que mias incomoda os artistas: o quanto eles rentabilizam. A conta quanto as plataformas digitais faturam com música e quanto pagam para artistas e investidores ainda não fechou..

Entre os mercados que mais cresceram no segmento estão América Latina e China, nós com 17,7% e eles com 35,3% nas receitas. O Brasil é o maior mercado latino-americano e o 9º do mundo na indústria. Entre os 10 artistas mais populares no mundo no ano passado, Ed Sheeran, Drake e 
Taylor Swift.

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