Queria muito ter um trailer pra postar aqui pra vocês… Mas ainda não rola. O grande vencedor do festival de Sundance levou o prêmio da crítica e do público, retomou uma história contata em 1915, no cinema mudo, e muito criticada. Fato é, que se você procurar no google algo sobre THE BIRTH OF A NATION, encontrará:

Só que desta vez o drama escravagista pega apenas o título emprestado… “Nascimento de uma Nação”, de D.W. Griffith, descrevia os negros de forma estereotipada e apresentava os integrantes da organização racista Ku Klux Klan como heróis. O filme caiu em dom[ínio público e pode ser visto AQUI.

The-Birth-of-a-Nation-movie-2Só que desta vez, a história é completamento oposta e trata principalmente das ações de Nat Turner (Nate Parker), escravo que liderou uma rebelião de 48 horas contra fazendeiros no estado da Virgínia em 1831, provocando uma retaliação violenta dos brancos.

O filme não só é estrelado por Nate Parker, mas foi também escrito e dirigido por ele.  “The Birth of a Nation” foi aplaudido de pé em sua première dentro do festival, além de receber elogios da crítica. O projeto de 7 anos não encontrou apoio financeiro fácil, mas depois da exibição em Sundance fechou acordo de distribuição com a FOX por 14 milhões e meio de dólares, considerado ótimo para um filme independente ( os direitos para A Pequena Miss Sunshine foram comprados US$ 10,5 milhões) . Diz que a NETFLIX teria oferecido 20 milhões, mas não exibiria o filme nos cinemas, levando direto para streaming. Nate preferiu ganhar menos e contar com a força da FOX que fez de Doze Anos de Escravidão aquele caso de sucesso na história do cinema (vencedor do Oscar 2014) .

E depois de todo esse debate da falta de artistas negros entre os indicados para o Oscar 2016, não seria surpresa se esse filme emplacasse muitas indicações para o Oscar 2017. Vamos aguardar.

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