Em entrevista ao Léo Dias, ontem no programa  Fofocalizando, Anitta contou que Rômulo Arantes Neto pediu desculpas por ter feito esse papelão:

Foi a própria cantora quem contou da ligação do ator e do conteúdo da conversa:

(em 4:05 – 4:59 . Obrigada, de nada)

“O Rômulo veio falar comigo, ele mandou uma mensagem, falou que jamais teve a intenção. Ele também não me pediu para eu falar para ninguém, mas eu vi o quanto a galera saiu em minha defesa. Ele me pediu desculpa e falou que jamais queria que eu me sentisse mal com isso. Falei para ele que a gente não se conhece e também todo mundo está livre para pensar o que quer. Ninguém é obrigado a pensar da mesma maneira que eu. Luto para as mulheres serem livres, como elas bem entenderem. A única opinião que tenho é que realmente não dá para saber se alguém é pra casar ou não sem conhecer a pessoa de fato.”

A cantora também mitou quando nesse final de semana foi no Twitter para rebater a proposta de criminalização do funk tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, que trata o ritmo como um crime de saúde  pública. O relator e empresário paulista Marcelo Alonso Para contou com o apoio de 20 mil pessoas, o que fez da proposta apta a ser encaminhada ao Senado. Foi então que Anitta começou:

“22 mil desinformados que estão precisando sair da zona de conforto dos seus lares para conhecer um pouquinho mais do nosso país. Educação, queridos. Invistam em educação primeiro. Eu não quero nem imaginar a bagunça que viraria esse país se um absurdo desses é colocado em prática. Tá tudo ok com o Brasil já? Achei que tivesse coisa mais séria pra se preocupar do que com um ritmo musical que muda a vida de milhares. O funk gera trabalho, gera renda… para tanta gente. Uma visitinha nas áreas menos nobres do nosso país e vocês descobririam isso rápido. Se o conteúdo das letras ou das festas não agradam é porque cresceram vendo e vivendo aquilo que cantam. Deem acesso a outros assuntos e cantarão sobre eles.”

 

E ela não parou por ai!

“Traduziram as letras de outros idiomas para proibir as que não têm mensagem que agradam aos cultos ou é só uma discriminação mais direcionada? A lei certa deveria ser que todo filho de quem decide nosso futuro fosse obrigado a estudar em escola pública sem cursinho particular, que sua família fosse obrigada a frequentar os hospitais públicos e não criminalizar uma das poucas formas que essa gente conseguiu para ganhar a vida, amores… aí não. Não mexe com quem tá se virando para tentar ganhar a vida honestamente diante de tanta desigualdade”.

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