Pode ser que você seja xxxovem o bastante para desconhecer os encantos do olhar 43, aquele assim, meio de lado já saindo, indo embora, louco por você. O RPM fez muito sucesso no início da década de 80, e com o álbum Rádio Pirata Ao Vivo, vendeu 2,5 milhões de cópias, a maior vendagem de um disco de rock nacional na história desse país.

Faz 30 anos que abanda está separada, a princípio, apenas por divergências artísticas. Na Justiça, rola um processo que discute principalmente o direito de explorar a marca RPM, e isso inclui tocar os hit da banda. O acusado de cercear o direito dos outros integrantes da banda é o cantor Paulo Ricardo. A divergência entre eles data de 2007, quando todos assinaram um contrato em que se comprometiam a não explorar individualmente o nome RPM. Na versão dos músicos,  responsabilizaram Paulo Ricardo para registrar a marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial como propriedade dos quatro. O cantor teria feito diferente, e colocado o registro apenas em seu próprio nome.

Apesar das reuniões onde tocaram juntos, sendo a última vez em 2017, Paulo Ricardo já disse que não que retomar a banda, enquanto os músicos Luiz Schiavon, Fernando Deluqui, e Paulo Pagni gostariam de seguir com o RPM.

Assim, na Justiça, os demais integrantes pedem que Paulo Ricardo seja proibido de cantar hits e fazer referência ao grupo em sites e materiais promocionais. Enquanto o próprio nega ter descumprido o acordo de 2007, e conta que a marca estaria registrada em seu nome desde 2003.

Também na justiça, Paulo Ricardo alega ser líder incontestável, autor dos sucesso e também do conceito do RPM.  Admite a coautoria com o tecladista Luiz Schiavon, mas reforça que sua parcela na elaboração sempre foi maior. Sabe-se que Ricardo & Schiavon assinavam como dupla meio que sempre, sem exatidão em quem fez o que na descrição da canção. era a mesma prática exercida, por exemplo, por Lennon & McCartney.

Paulo Ricardo também afirmou que não se opõe ao uso de marca e interpretação das canções pelos colegas, fica a dúvida: vai cobrar royalties por isso?

O caso se arrasta desde  decisão em outubro de 2017, quando a juíza Elaine Faria Evaristo deu razão aos outros três músicos. Uma liminar no Tribunal de Justiça de São Paulo cassou a decisão, em março e até agora não há prazo previsto para a sentença final.

Todos os detalhes desa briga estão na matéria de Rogério Gentile, na Folha de São Paulo.

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