Vida Alves marcou a história da televisão brasileira ao protagonizar, ao lado de Walter Foster, o primeiro beijo em uma novela brasileira. Em Sua Vida Me Pertence, da TV Tupi, em 1951, o beijo foi ao vivo, porque não havia gravação.


Vida Alves foi também pioneira quando em 1964, em A Calúnia, protagonizou um beijo gay com a atriz Geórgia Gomide.

A história era de uma menina malvada que inventa que duas jovens eram amantes, vivias por Vida e Geórgia Gomide, que muito tristes, sentaram-se uma perto da outra, dão as mãos e dizem que se amam. É aí que acontece o beijo. A repercussão foi maior porque já havia videotape,

Em seus 70 anos de carreira, trabalhou no rádio e principalmente em telenovelas, contracenando com Tarcísio Meira, Glória Menezes e Eva Wilma entre outros. Fez cinema, apresentou programas na TV e escreveu novelas. Em 1995, foi uma das fundadoras da Associação dos Pioneiros Profissionais e Incentivadores da Televisão Brasileira, e do Museu Pró-TV, que visa preservar a memória da televisão brasileira. Neste mesmo sentido, lutou pela criação oficial do Museu da Televisão Brasileira.

A trajetória da atriz é contada na biografia Vida Alves – Sem medo de viver, de Nelson Natalino, lançada em 2013.

Nascida na cidade de Itanhandu, Minas Gerais, em 15 de abril de 1928, Vida Alves aos 88 anos, estava com a saúde comprometida há um ano, quando passou por uma cirurgia, mas seguiu com problemas de saúde. A atriz estava internada no hospital Sancta Maggiore desde 28 de dezembro, e morreu de falência múltipla dos órgãos.  O velório ocorre em São Paulo, no Cemitério do Araçá e o enterro acontece nesta tarde, a partir das 16h.

A cantora Tiê é neta de Vida Alves, ela postou no Insta:

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