Esta quinta teremos a estreia do filme Mulher Maravilha. Filme de herói nem sempre é fácil pra mim. Vocês sabem. E heroína sempre pega em outros pontos, aquela patrulha ( que eu acredito ainda ser necessária) de feministas que não querem ver o corpo da protagonista explorado, ou perceber aquela fragilidade e dependência do homem…

Talvez por isso, a escolha da diretora já seja um enorme acerto:  Patty Jenkins, responsável pelo ótimo Monster: Desejo Assassino, que rendeu o Oscar de melhor atriz para Charlize Theron.

A escolha da israelense Gal Gadot para a viver a heroína não foi sempre bem aceita. Teve gente que reclamou quando anunciada a contratação. Ela seria magra demais? Não era uma atriz conhecida… Fato é que como a amazona da tribo de mulheres, que nunca se quer conheceu um homem, até topar com o personagem de Chris Pine, e ao mostrar as origens desta heroína que já deu pinta em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, Gal está sendo abraçada e muito elogiada pelos críticos!

Ser a Mulher Maravilha carrega grande responsabilidade. São 76 anos de histórias da personagem, com certeza a heroína mais famosa ( ao lado de Batman e Super Homem) e só agora teremos um filme dedicado à ela. Agora, a verdadeira batalha será na briga pelas bilheterias. Acontece que os filmes de heróis são sempre protagonizados por homens. Salvo Jogos Vorazes, que apresentou para o mundo uma poderosa franquia, protagonizada por Jennifer Lawrence, não temos outros exemplos de heroínas que reinaram ente os filmes mais vistos.

 

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