Ontem, seis das dez baianas que receberam os convidados da polêmica festa da diretora da Vogue foram à polícia prestar queixa depois de serem ofendidas na internet.

Rita Ventura dos Santos é uma dessas mulheres, também presidente da Abam, associação das baianas de acarajé de Salvador. Falando à Folha, detalhou o conteúdo das agressões virtuais que as acusam de serem omissas e vendidas :

“Estamos recebendo mensagens absurdas nas redes sociais. Chegaram até a perguntar quanto a gente cobrava para tomar chibatadas”

Rita também contou que com o compartilhamento das fotos das baianas, algumas, identificadas, tem sido inclusive agredidas verbalmente em seus tabuleiros de acarajé. O caso será investigado pela Polícia Civil da Bahia.

A polêmica causou ainda o cancelamento de dois contratos para outros trabalhos, pois os clientes tem medo de que a presença das baianas gere repercussão negativa.

Em oposição ao que foi dito na internet, de que as baianas estariam “vestidas de mucamas” e de que a cadeira seria uma “trono de sinhá”, Rita afirma que as roupas para o evento foram escolhidas pelas próprias baianas e as cadeiras foram colocadas para que elas mesmas pudessem descansar.

Sobre a foto, Rita dos Santos contextualizou:

“Quando ela [Donata] nos viu, começou a bater palmas para nós. E os convidados também nos aplaudiram. Uma das baianas a convidou para sentar na cadeira e aí foi feita aquela foto tão criticada”

A baiana diz que o grupo não foi alvo de racismo durante a festa:

“Quem quer criticar a festa, que critique. Mas não sou nenhuma criança para me sujeitar a qualquer papel que me rebaixe.”

Quando da polêmica também viralizou o comentário que uma das baianas que participou da recepção:

 

Na internet um ponderação interessante:

 

 

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