Depois de contaminar cerca de 440 pessoas e fazer até agora nove vítimas na China, o coronavírus teve o primeiro detectado nos Estados Unidos. Japão, Tailândia, Taiwan e Coreia do Sul também foram afetados, e na Austrália, há um caso suspeito de um homem que viajou a Wuhan e está passando por exames.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se reúne hoje em Genebra, na Suíça, e pode decretar emergência de saúde pública de interesse internacional, algo que foi feito quando de epidemias como a gripe suína H1N1 (2009), o zika vírus ( 2016) e a febre ebola.

O vírus pertence à família Coronaviridae, que soma desde um vírus simples de gripe até doenças de maior risco como a Síndrome Respiratória do Oriente Médio, MERS, (vinda de dromedários para humanos) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave, SARS (vinda de felinos para humanos).
Apesar dos vírus da família Coronaviridae se propagarem de animais para humanos, quando em humanos, o vírus passa a se hospedar.

Importante: apesar de pouco se saber sobre a propagação do novo coronavírus, a Organização Mundial da Saúde considera a contaminação entre humanos. A dificuldade em contenção é a questão da mutação do vírus, já diferente do anteriormente conhecido. A origem do surto ainda está sendo analisada, e de acordo com informações a fonte primária seria sim um animal. As autoridades chinesas vincularam o surto a um mercado de frutos do mar na cidade chinesa de Wuhan. Ali foram registrados os primeiros casos. alguns infectados foram 15 funcionários da área da saúde, que teriam tido contato com os doentes.

Os sintomas são parecidos com os da gripe, sendo dificuldade de respirar, coriza, tosse, dor de garganta e febre. Claro que grupos de maior risco, como idosos e crianças, podem desenvolver doenças mais graves como pneumonia, síndrome respiratória aguda grave, falha renal e a morte.

Febre hemorrágica no Brasil

Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde monitora entre 100 e 150 pessoas que tiveram contato não com esse vírus, mas com outro: o da febre hemorrágica brasileira, que fez uma vítima em Sorocaba.

Familiares e profissionais de saúde que tiveram contato com o paciente estão sob acompanhamento, que deve perdurar até 3 de fevereiro, 21 após o último contato com o paciente. Nenhum deles apresentou sintomas até o momento.

A doença não era registrada no país desde 1999. Os sintomas são febre, dor de cabeça ou muscular. A transmissão, em geral, acontece após contato com partículas de poeira de urina e fezes de roedores contaminados, e também pode corroer pelo contato com a secreção de pacientes. Por essa razão, o risco é considerado maior para profissionais de saúde que podem ter tido contato com secreções do paciente e material biológico e não tenham usado equipamentos de proteção.

No caso do paciente de Sorocaba, a hipótese é de que ocorreu a exposição ambiental a urina de roedores. Agora, equipes de vigilância devem visitar os locais por onde passou o paciente em busca de possíveis indícios da contaminação. Mesmo assim, a avaliação é de que se trata de um caso raro, pontual e de transmissão restrita. Apesar de não haver um alerta específico à população sobre cuidados específicos, a Secretaria de Saúde de São Paulo recomenda que as pessoas evitem contato com roedores em áreas silvestres. ​

Na história do país, foram apenas quatro casos de febre hemorrágica brasileira.

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