Ontem, a delegada Juliana Lopes Bussacos concluiu o inquérito que apurava as acusações de estupro e agressão feitas pela modelo Najila de Souza contra Neymar. A polícia decidiu não não vai indiciar o jogador de futebol pelos supostos crimes de agressão e estupro.

Agora, o Ministério Público tem 15 dias para se manifestar, e as as promotoras do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica podem oferecer denúncia (acusação formal à Justiça), pedir o arquivamento do inquérito ou novas diligências.

No começo de julho, a delegada havia pedido a Justiça a prorrogação do inquérito por até 30 dias para que diligências complementares pudessem ser feitas. Ela pediu  acesso às imagens das câmeras de segurança do hotel em Paris, onde os crimes supostamente teriam ocorrido, e o prontuário médico do ginecologista particular de Najila.

O Ministério Público pediu as cópias do inquéritos de extorsão, do suposto furto no apartamento de Najila e também o que diz respeito a  divulgação de imagens íntimas da mulher.

Cópias dos inquéritos foram anexadas à investigação de estupro, as imagens e o prontuário médico ainda não foram entregues, e a delegada decidiu encerrar a investigação.

O caso veio a público no início de junho, quando o pai do jogador disse que o atleta foi vítima de uma tentativa de extorsão, o que foi negado pelo  advogado que representava Najila.

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