A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood liberou a shortlist dos 9 finalistas, que em 24 de janeiro serão reduzidos a 5, para disputarem a categoria de melhor filme estrangeiro. O filme nacional Pequeno Segredo, de David Schurmann, não conseguiu uma vaguinha. Foram classificados:

  1. Tanna, de Bentley Dean e Martin Butler (Austrália)
  2. É Apenas o Fim do Mundo, de Xavier Dolan (Canadá)
  3. Land of Mine, de Martin Zandvliet (Dinamarca)
  4. Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha)
  5. O Apartamento, de Asghar Farhadi (Irã)
  6. The King’s Choice, de Erik Poppe (Noruega)
  7. Paradise, de Andrei Konchalovsky (Rússia)
  8. A Man Called Ove, de Hannes Holm (Suécia)
  9. My Life as a Zucchini, de Claude Barras (Suíça)

Alguns deles já bem elogiados pela crítica, como Toni Erdmann, de Maren Ade (Alemanha) e É Apenas o Fim do Mundo, de Xavier Dolan (Canadá), que está em cartaz no Brasil. O filme reúne Léa Seydoux, Marion Cotillard e Vincent Cassel, e é uma adaptação a peça homônima escrita por Jean-Luc Lagarce. Na sinopse lemos?

Após 12 anos distante, um escritor retorna a sua cidade natal para contar à família sobre sua morte iminente. Mas o ressentimento logo altera seus planos para aquela tarde, dando lugar a rixas que alimentaram e ainda alimentam solidão e dúvidas, enquanto todas as suas tentativas de empatia são sabotadas pela incapacidade das pessoas em ouvir e amar.

O Brasil foi indicado quatro vezes ao Oscar de melhor filme estrangeiro: por O Pagador de Promessas (1963), O Quatrilho (1996), O Que É Isso, Companheiro? (1998) e Central do Brasil (1999). Nunca venceu.

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