O que dizer para a esposa de um militar que morreu em uma emboscada? Não é lá das missões mais fáceis, encontrar as palavras corretas… Agora, #ficaadica, não seja Donald Trump nessa hora.

Ao ligar para a viúva de um soldado americano morto em uma emboscada no Níger, o presidente americano não conseguiu se lembrar do nome do falecido, sargento La David Johnson, e pior: fez Myeshia Johnson, viúva, grávida do terceiro filho do casal, chorar quando disse:

“Sim, o presidente disse que ele (meu marido) sabia ao que estava exposto quando se alistou, mas que era doloroso de qualquer jeito (…) Isso me fez chorar porque estava muito aborrecida com o tom de sua voz e como disse isso”

A viúva contou como foi o telefonema do presidente à um programa da ABC. Myeshia também falou que muitas das perguntas que ela tinha, não tiveram resposta.

“Por que demoraram 48 horas para encontrar o corpo do meu marido? Por que eu não pude vê-lo?”

Trump respondeu pela sua forma de comunicado oficial, o Twitter:

Importante dizer que o presidente teve que consolar outras viúvas, e esse foi o único caso em que houve esse tremendo desconforto, que já havia sido exposto pela congressista da Flórida, Frederica Wilson, que afirmou que Donald Trump teria ligado para Myesha Johnson  pouco depois da chegada do corpo de seu marido aos Estados Unidos, e que teria sido desrespeitoso. Trump imediatamente rebateu:

Mais um tiro no pé do governo Trump? Sabe que tem gente que acredita que o presidente tem uma série de distúrbios mentais que o tornam incapaz de exercer adequadamente suas funções. Tem até um movimento chamado Dever de Alertar, formado por profissionais da saúde, que lançou um abaixo-assinado já assinado por 67 000 pessoas. O livro The Dangerous Case of Donald Trump (O Perigoso Caso de Donald Trump), lançado recentemente nos Estados Unidos, reúne depoimentos de 27 psiquiatras, psicólogos e outros especialistas que alertam essa questão. Entre os distúrbios apontados diferentes graus de narcisismo, elementos de sociopatia e hedonismo extremo.

Em fevereiro deste ano, 35 psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais de prestigiadas instituições como Harvard e Columbia, classificaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como “incapaz” de servir com segurança no cargo de presidente pela instabilidade emocional notadas em seus discursos e ações. A carta foi divulgada pelo jornal The New York Times.

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