O Museu Nacional da Quinta da Boa Vista foi fundado em 1818 por Dom João VI e inicialmente funcionou no Campo de Santana. Desde 1892, o museu ocupa este prédio, que por si já é muito especial. O palácio de São Cristóvão foi residência oficial da família real no Brasil entre 1816 e 1821.

Atualmente, o Museu Nacional reunia mais de 20 milhões de itens, divididos em coleções de paleontologia, zoologia, botânica, antropologia e arqueologia, entre outras.

Um dos itens mais importantes fazia parte da coleção de antropologia. O fóssil humano de uma mulher, achado em Lagoa Santa, em Minas Gerais, em 1974, foi batizado de Luzia, que morreu entre 20 e 25 anos. Luzia, a mais antiga habitante das Américas. Perdida.

Também faz parte da coleção do Museu o maior meteorito já encontrado no Brasil. O Bendegó somava 5,36 toneladas. Digo faz, porque sobreviveu ao fogo. A pedra, de uma região do sistema solar entre os planetas Marte e Júpiter, tinha 4 bilhões de anos. O meteorito foi encontrado em 1784, no sertão da Bahia, em Monte Santo, e chegou a ser considerada a segundo maior do tipo no mundo, fazendo parte da coleção do Museu Nacional desde 1888.

Também fazia parte do acervo do museu a maior coleção de múmias egípcias da América Latina. Dom Pedro foi quem arrematou o lote, em 1826, e que incluía múmias de adultos, crianças e de animais.

O Museu Nacional ainda possuía uma das maiores bibliotecas especializadas em ciências naturais do Brasil, com mais de 470  mil volumes e 2.400 obras raras,  o primeiro grande dinossauro montado no Brasil e tantas outras preciosidades insubstituíveis.

 

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