E parece que dias após aquele protesto da equipe de Aquarius em Cannes contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, rolou uma denúncia anônima dizendo que havia irregularidades na captação de recursos para o filme. Pois agora, 0 Ministério Público Federal abriu inquérito civil e ação pública contra o cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho.

Entre as questões, um suposto contrato de exclusividade que o diretor teria com a Fundação Joaquim Nabuco, onde trabalhou até setembro do ano passado.

De acordo com o advogado Aristóteles Câmara, o contrato de Kleber Mendonça Filho na Fundaj nunca o impediu de desempenhar funções públicas e isso teria sido inclusive citado pelo diretor em uma carta ao presidente do órgão, quando do pedido de exoneração do cargo de chefe do setor de cinema, em setembro do ano passado.

Outro ponto da denúncia é a  Lei Rouanet como ponto principal para a questão da arrecadação irregular, o que segundo o advogado não procede já que o filme captou R$ 1 milhão pela Lei do Audiovisual. E mesmo se fosse pela Rouanet, não haveria conflito de interesse porque a Fundaj é um órgão ligado ao Ministério da Educação, e não ao Ministério da Cultura.

 

 

 

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