Ontem, o icônico retrato de Marilyn Monroe feito por Andy Warhol foi leiloado pela Christie’s  por US$ 195 milhões – ou pouco mais de R$ 1 bilhão – em Nova York. 

Parece muito, mas a casa de leilões esperava mais, queria chegar em US$ 200 milhões. Mesmo assim, a obra de um metro por 1 metro, vendida em 4 minutos,  se tornou a mais cara do século XX.

O retrato faz parte de uma série que Warhol produziu após a morte de Marilyn Monroe, em agosto de 1962. A imagem é baseada em uma foto para um cartaz publicitário do filme Torrentes de Paixão (1953).

Queria indicar pra vocês duas atrações na Netflix que contextualizam bem esses dois nomes: Warhol e Marilyn. 

O documentário Andy Warhol Diaries é narrado inclusive pela voz do artista simulada por inteligência artificial, e reconta sua história desde a infância passando inclusive pelo período em que foi produzida esta obra leiloada. Inclusive um momento importante  tanto na vida quanto na carreira do artista, quando seu ateliê é invadido por uma radical feminista chamada Valerie Solanas, que acertou um dos três tiros disparados contra o artista. Assistam: Andy Warhol Diaries.

E para compreender mais da mítica de Marilyn Monroe, assistam ao documentário O Mistério de Marilyn Monroe: Gravações Inéditas, também na Netflix. Que recapitula toda a carreira da atriz, e também trata de pontos polêmicos da sua vida pessoal, como sua relação com os Kennedy e as teorias sobre a circunstância de sua morte.

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2 thoughts on “Marilyn Monroe e Andy Warhol: documentários explicam obra de arte mais cara do sec XX”

  1. wagner

    Pelo que eu sei da história, não foi um homem que entrou armado, mas sim uma mulher chamada Valerie Solanas, cujo seu manifesto propõe a morte de todos os homens.

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