Ontem foi ao ar a entrevista de Jair Bolsonaro, gravada no sábado para a TV Cidade Verde, filiada do SBT no Piauí. Em seu apartamento no Rio de Janeiro, o candidato falou aos eleitores do Nordeste e tratou de diversos assuntos. Começou pelo atentado à sua vida e na sequência comentou a questão do impulsionamento de conteúdo a favor de sua candidatura nas redes sociais. O presidenciável aproveitou para criticar mais uma vez a Folha de São Paulo. Falou sobre agronegócio, e ressaltou que vai tipificar as ações do MST como terrorismo. Levantou a possibilidade de implementar o 13º do bolsa família e afirmou que não perseguirá os governadores do PT e da oposição:

“Não podemos prejudicar o povo do Piauí (se referindo ao governador reeleito Wellington Dias, do PT), qualquer estado que seja, porque tem um governador que não se alinhe ideologicamente conosco. Vamos tratar todos os estados de forma republicana.”

Respondendo uma pergunta sobre violência dentro das escolas, Bolsonaro falou de reafirmar a autoridade do professor. Na resposta resolveu falar de ideologia de gênero e voltou a tratar o material de combate à homofobia do Ministério da Educação, desenvolvido em 2011, e direcionado á adolescentes e professores, de “kit gay”. Bolsonaro também falou de mudanças na Constituição através de emendas, como por exemplo diminuir a maioridade penal.

Em uma das falas mais polêmicas da entrevista ao jornalista Joelson Giordani, Bolsonaro respondeu sobre o combate ao preconceito e tratou também de políticas afirmativas:

“Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso”

 

 

 

Deborah Secco e seu novo eu Fala, Mano Brown

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