Márcia Tiburi é filósofa e autora de livros como Ridículo Político e Como Conversar com um Fascista. No acampamento do PT, em Curitiba, ela discorreu sobre os que são contra  Lula, e como estes teriam problemas sexuais. Lula, segunda ela, é o crush de todos e todas. Assista:

“Eu acho que no comportamento fascista, na personalidade autoritária, existe uma… assim… um problema sexual mesmo, sabe? Existe… é… existe um problema sexual no sentido de que a preocupação com a sexualidade dos outros, o… a… a homofobia, a transfobia, a misoginia, a marcação preconceituosa em cima da sexualidade dos outros demonstra uma projeção agressiva, uma… e que tá intimamente conectado também com uma identificação com um líder autoritário que, em geral, é uma figura fria.”

“Essa gente burguesa é uma outra parada, gente. Sugiro que a gente comece a estudar mais a sexualidade nesse sentido. E aí eu acho que rola uma inveja das elites em relação ao povo. E quando o povo, que já tinha sexo, que já tinha afeto e que já tinha abraço, e que já tinha uma vida leve, de repente, além de tudo, ganha uma Bolsa Família, que vai fazer as pessoas comerem, também fazer churrasco, ser mais feliz ainda, o povo da camada de cima, essa camada branca, asséptica, essa camada burguesa, que adora um capital porque não tem outro tipo de prazer, que adora dinheiro, que adora mercadoria, que adora consumismo, que adora a frieza do shopping, essa galera não deu conta, não. Não deu conta dessa liberdade do povo, dessa felicidade do povo.”

“Nós todos estamos correndo riscos dessa sanha tarada desses fascistas que têm poder no Brasil hoje. É assim, acho que nossos beijos, amores, abraços, podem deixar eles assim ainda mais irritados. Então eu espero que a gente possa também dizer pra eles que eles também podem ser felizes. É só relaxar e gozar no melhor sentido possível dessa expressão, sendo felizes com o povo, curtindo a alegria afetiva do PT, parando de transformar o PT numa metáfora do mal.”

 

Márcia também foi integrante da bancada do Saia Justa, programa que deixou em 2011, criticando suas companheiras de cena:

“No ‘Saia justa’ percebi que as próprias mulheres denigrem as mulheres. A Mônica também sacou isso. Mas as outras não tinham condição de entender o que estava se passando. A Luana Piovani era uma bobinha do mal. A Maitê é a Luana vezes dois. Era insuportável. A Betty Lago era divertida, mas uma bobalhona”,

No começo deste ano se envolveu numa polêmica quando abandonou o estúdio de uma rádio de Porto Alegre durante uma entrevista ao vivo. Já no ar, viu que Kataguiri estava nos estúdios e disse:

“Credo! Eu não vou sentar com este cara, Juremir. Gente, acabei de encontrar Kim Kataguiri. Estou fora, meu!”

A ideia era que os dois debatessem juntos a confirmação, em segunda instância, da condenação do ex-presidente Lula, na 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Os números de Vingadores: Guerra Infinita Maio, mais um ótimo mês para maratonar umas boas séries

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