Ontem, no Encontro com Fátima Bernardes, Martinho da Vila motivou uma fala bastante esclarecedora da apresentadora. Ao fazer um balanço do primeiro mês da lei de importunação sexual, o programa abriu um debate entre os convidados sobre a questão do assédio físico em transporte público, que aflige 1 mulher a cada seis segundos no Brasil. Martinho falou da dificuldade da mulher me denunciar casos que para ele são quase que tentativas de estupro, mas ponderou:

“Tem um lance. O cara que é solteiro, descompromissado, ele tá com problema pra quando ele… Ele conseguir chegar numa mulher… ‘Meu Deus, o que não é assédio? Qual é a maneira que vou chegar nela e que não é assédio?’ Isso também é uma questão”

Foi quando Fátima deu uma aulinha, que vale pra vida:

“Engraçado que essa é uma questão masculina, mas não é uma questão feminina. A gente sabe quando é a paquera e quando é o assédio. Muitos homens ainda pensam em qual seria essa diferença. Para as mulheres, é muito mais tranquilo. É quando ela não se sente invadida de alguma maneira. Quando aquilo é algo que a faça sentir enaltecida, não ameaçada”

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