O primeiro filho da atriz Isis Valverde pode nascer a qualquer momento. Rael está encaixado e pronto para vir ao mundo, e a ansiedade, claro já bateu para a mamãe:

“Olho para a barriga e falo: ‘Quero parir, quero parir’. O bebê está encaixado, graças a Deus. Está bonitinho, não tem como mudar. A médica falou: ‘Prepare-se, ele pode sair a qualquer momento. Bom parto’. Não chega a ser medo. Sinto uma mistura de ansiedade com o receio da dor, do desconhecido. Cesárea só será uma opção caso algo dê errado, haja algum risco. A cirurgia me apavora. Odeio agulha. Tenho mixed feelings. Tem dias em que quero que chegue logo. Depois, penso: ‘Ai, não, que medo’ (risos)”

Em entrevista  à colunista Marina Caruso, do jornal O Globo, Isis também elogiou o marido, André Resende:

“André está um babão. Me apaixonei ainda mais por ele. Nos nossos três anos de relacionamento, crescemos muito, a gente morou junto, brigou, se entendeu, se amou loucamente e decidiu fazer uma família. Se acordo no meio da noite, faminta, ele está lá, na maior paciência do mundo. Pega comida, faz massagem, coloca água quente nas minhas costas. Vou até parar de falar para não vender muito esse peixe. Ele é demais. Quando nos conhecemos, olhei pro André e pensei: ‘Ele vai ser um pai incrível’. Juro, não sei explicar. Olhei para ele e falei: ‘É o pai do meu filho’

Isis também falou que o casal se manteve ativo sexualmente durante toda a gestação:

“Mesmo com o barrigão, mantivemos o pique. Na consulta, quando a médica disse ‘a criança já encaixou a cabeça’, meu marido mudou de cor. Eu falei: ‘Para de falar isso perto dele’. Homem não entende, tem medo de [sexo] machucar a criança”

Para quem já está com saudades, muita calma. A atriz já tem planos para depois do nascimento de Rael:

“Quando o Rael tiver uns quatro meses, vou rodar um filme com um diretor canadense chamado Carl Bessai. Ele já fez alguns filmes com artistas de Hollywood, séries e decidiu fazer um longa com uma brasileira como protagonista. O que é raro, né? Nos filmes gringos somos sempre bandidas, subalternas, as loucas. Ele esteve no Brasil há três anos e meio, fez testes comigo e outras meninas, e eu peguei o papel. Vamos gravar algumas cenas aqui e a maioria lá fora. É a história de uma noviça com várias reviravoltas”

 

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