Estudantes asiático-americanos estão processando a Universidade Harvard em razão da política de cotas que, segundo eles, favorece candidatos negros. Harvard pediu a anulação do processo antes do julgamento, o que foi negado pelo Departamento de Justiça dos EUA. A ação é  considerada como mais um passo da política do presidente Trump para minar o sistema de cotas raciais.

Os alunos de origem asiática sentem que a instituição estaria discriminando o grupo, limitando de forma artificial o número de asiático-americanos e “promovendo alunos menos qualificados de outras raças”.

A posição do governo é de que as decisões da Suprema Corte exigem que as universidades considerem a raça como fator importante nas admissões, mas é preciso que elas definam seus critérios, e Harvard não estaria fazendo isso de forma clara.

A universidade diz que não discrimina e lutará para defender seu direito de usar a raça como um fator nas admissões.

“Harvard não discrimina candidatos de nenhum grupo e continuará a defender o direito de toda faculdade e universidade de considerar a raça como um fator entre vários nas admissões”,

Um julgamento para o caso foi agendado para outubro, e pode ter implicações para as faculdades e universidades americanas que consideram a raça em seus processos de admissão. Ativistas dos direitos civis apoiam a universidade e dizem que a posição do governo atual enfraquece décadas de progresso em que se criou oportunidades para as minorias.

 

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