Você se lembra de Jumanji? De 1995? Pois a produção estrelada por Robin Williams, Kirsten Dunst e Bonnie Hunt, que mixa o mundo real ao de fantasia trazendo para vida real os personagens de um jogo de tabuleiro ganhou remake, ou melhor um reboot, já que não reconta a história original, mas parte do final do primeiro filme para dar prosseguimento à trama.

O jogo de tabuleiro foi substituído por um vídeo game, bem aos modos do hoje em dia. Nosso heróis são quatro personagens daqueles típicos da high school americana: o atleta, a garota popular, o nerd e uma mina anti-social. Unidos por um dia na detenção da escola, acham um vídeo game antigo e decidem jogar… Sim, eles serão sugados pelo tal game, com um detalhe: assumirão os corpos dos personagens que escolheram para jogar.  O atleta vira um baixinho fracote, interpretado pelo comediante Kevin Hart, já o nerd vira o gigante Dwayne Johnson, a menina super popular é o Jack Black e anti-social, uma gatona interpretada pela Karen Gillan.

A animação que eu esperava! Estreia nesta quinta a novidade Pixar ( Toy Story, Divertidamente, Procurando Nemo) , Viva – A Vida é uma Festa. O assunto? A morte. Pode parecer um tema difícil para ser explorado por um desenho, mas a abordagem espiritual mexicana do assunto, e o gosto do jovem protagonista pela música amaciam o assunto. O garotinho Miguel tem como ídolo um cantor, mas em sua família a música é banida, depois que seu tataravô abandonou a esposa e filhos para tentar a vida como artista. É nesse dilema, dividido entre a paixão pela arte e o respeito pela família que o garoto confrontará seus antepassados, que retornam no Dia dos Mortos.

O filme 120 Batimentos por Minuto conta uma história de amor que nasce dentro das manifestações do ACT UP, grupo francês que, nos anos 1990, ficou conhecido por promover ações não-violentas em defesa da prevenção e do tratamento da AIDS. A cobrança do poder público, a briga com a indústria farmacêutica e a guerra pela sobrevivência dos já infectados, que também precisam de apoio, conforto e amor.

O diretor Robin Campillo, foi o vencedor de Cannes mais aplaudido este ano. Ele levou o Grande Prêmio do Júri exatamente por seu terceiro longa-metragem, 120 Batimentos por Minuto. O trailer dá pistas do que é o filme, ao som de uma versão de Enjoy The Silence , do Depeche Mode.

Que ir pra um lado mais cabeção? Ainda temos The Square- A Arte da Discórdia, filme de Ruben Östlund que está na lista dos nove pré-indicados para concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

A produção recebeu seis prêmios da Academia Europeia de Cinema (levando os de melhor filme, diretor e ator para Claes Bang). The Square concorre ao Globo de Ouro agora nesse final de semana. Opa! E como ia me esquecendo de mencionar. O filme ganhou a Palma de Ouro de melhor filme na 70º Festival de Cannes. A história tem como protagonista um diretor de um museu de arte contemporânea, um cara legal, que cuida das filhas  e se preocupa por exemplo com o meio ambiente e causas humanitárias. Eis que acontecimentos testam seus limites…  e escancaram sua estupidez. É difícil falar de um filme que não vimos, mas acredito na descrição de Pedro Almodóvar, presidente do juri deste ano, em Cannes:

“Uma das grandes desgraças da atualidade é a ditadura do politicamente correto, e The Square fala do tema contando como seus protagonistas vivem um inferno por isso.”

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