Vamos começar pela escolha mais óbvia da semana. Roda gigante é filme escrito e dirigido por Woody Allen. O drama se passa em Coney Island, nos anos 1950, e só pelo trailer a gente percebe que a fotografia estilão Technicolor , do italiano Vittorio Storaro é um dos pontos altos da produção. Quem nos conta essa história é um salva-vidas, interpretado por Justin Timberlake, que tem a ambição de ser dramaturgo.

Nesse cenário, mora a família na qual é centrado o drama, a mãe é Kate Winslet, uma mulher frustrada que trabalha como garçonete. Seu marido, personagem de Jim Belushi, tem um probleminha com álcool e é operador do carrossel no parque local. E ainda temos os filhos ( nenhum do casal, mas sim de relações anteriores) interpretados por Juno Temple e Jack Gore.

Frustrada, essa mulher tem um caso exatamente com nosso narrador. Ela vê nele a possibilidade de fugir dessa vida… Enquanto isso, seu filho vive lhe arranjando problema, incendiando coisas por ai, e a garota, filha do marido, regressa arrependida de ter se casado, no caso com um gangster. A chegada da menina atrapalha toda a vida dessa mulher, ameaçando inclusive sua relação com o salva vidas.

Para a família, e principalmente para as meninas leitoras de Thalita Reboouças a produção Fala sério, mãe! chega aos cinemas como boa opção nesse período de férias escolares. Ingrid Guimarães protagoniza o filme, ao lado da estrela teen Larissa Manoela. Em cena, um mãe superprotetora e sua filha em embates durante a a fase de adolescência.

Também estreia nessa quinta O jovem Karl Marx, que se propõe a apresentar os anos de juventude de dois homens que mudaram o mundo, Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895). O filme nos apresenta Karl Marx aos 26 anos, acompanhado de sua esposa Jenny embarcando para o exílio. Em Paris, em 1844, ele conhece Engels, herdeiro de tecelagens que ali nos anos 1840, apresentam jornadas de trabalho análogas à escravidão, típicas da Revolução Industrial. Juntos elaboram um nova visão de mundo e entre a censura, a repressão e tumultos, lideram e renovam os ideais do movimento operário da era moderna, reunindo pensadores e trabalhando pensamentos que resultariam na A Sagrada Família e em O Capital, obra máxima de Marx.

O filme é de um diretor haitiano chamado Raoul Peck (mesmo do elogiado Eu não sou seu negro).

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