Aquele filme que você estava esperando chegou aos cinemas. A cinebiografia Bohemian Rhapsody, nos leva à uma viagem musical pela carreira de Freddie Mercury. O filme dirigido por Bryan Singer, tem Rami Malek, de Mr Robot e Papillon, na pele do icônico vocalista da banda britânica Queen.

O filme cobrirá a carreira da banda até o show no festival Live Aid, de 1985, seis anos antes da morte de Freddie Mercury.

 

Curte um serial killer? Gosta dos filmes do dinamarquês Lars Von Trier, como Dogma, Ninfomaníaca, Melancolia e Anticristo ? Então procure por A Casa que Jack Construiu, protagonizado por Matt Dillon. O ator vive Jack, um cara que mata sua esposa e assim descobre o prazer que pontuará 12 anos de sua existência, basicamente matando muita gente. No filme reviveremos esses lances quando o próprio conta suas passagens ao personagem de Bruno Ganz, numa trip direto pro inferno. Uma Thurman também está no elenco. O filme dividiu opiniões, uma marca do diretor, e um dos questionamentos da crítica foi a recorrência de cenas de violência contra mulheres. Em Cannes, teve gente que deixou o cinema antes do filme terminar… E olha que a produção marcou o regresso do diretor, depois de 7 anos exilado pelo festival devido a declarações polêmicas quando da divulgação de Melancolia. O diretor usou de humor politicamente incorreto e respondeu que era nazista, quando perguntado sobre suas heranças germânicas.

“Eu entendo Hitler, até simpatizo com ele”

“Durante muito tempo pensei que fosse judeu e era feliz com isso. Ai conheci Susanne Bier (a diretora dinamarquesa judia, autora de Em Um Mundo Melhor, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro deste ano) e não fiquei tão contente. Então descobri que era nazista, que minha família era alemã. O que me deu muito prazer”

Houve um pedido de desculpas, mas o preço foi a suspensão do Festival:

“Se eu ofendi alguém esta manhã com as palavras que disse na coletiva de imprensa, peço desculpas sinceras. Não sou antissemita ou racista de qualquer maneira, e muito menos nazista”

 

Fechamos nossas indicações de hoje com um nacional diferentão. O Doutrinador é um herói nacional criado em 2008 em HQ assinada por Luciano Cunha. No cinema é interpretado por Kiko Pissolato, que vive um policial que perde a filha depois que o atendimento hospitalar falha para salvá-la de uma bala perdida. Ele vai querer vingança, e seu alvo são os corruptos. O herói contará também com a ajuda da personagem de Tainá Medina,  uma hacker. Eduardo Moscovis também está no elenco.

 

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