Ontem a tarde, o Ministério Público de Goiás pediu a prisão preventiva de João de Deus, após a série de acusações de abuso sexual feitas por mulheres nos últimos dias. O advogado do médium, Alberto Toron, confirmou o pedido de pisão preventiva:

“É normal que corra em sigilo até o juiz decidir sobre ele, e ele o faz sem ouvir a defesa. De qualquer modo quero registrar que o senhor João de Deus continua em Abadiânia à disposição da Justiça”

A força-tarefa liderada pela Promotoria de Goiás, montada especialmente para colher relatos de supostas vítimas, recebeu a princípio mais de 200 denúncias, a maioria por e-mail. As Promotorias de São Paulo, Maranhão e Rio de Janeiro também montaram equipes para receber os casos.

Após o pedido de prisão, Chico Lobo, um dos administradores do templo em Abadiânia informou que João de Deus não deve comparecer nesta quinta-feira à Casa Dom Inácio de Loyola:

“Diante dos fatos, João de Deus não virá à Casa. Primeiro, porque ele não quer trazer tumulto para cá. Segundo, porque estamos aguardando o desenrolar jurídico do caso. Ele iria pra São Paulo, chegou a ir ao aeroporto, mas por orientações dos advogados, optou por ficar aqui em Goiás. Ele está no estado e vai permanecer por aqui”

Ontem, antes da emissão do pedido de prisão, o médium esteve na Casa Dom Inácio de Loyola. Foi sua primeira aparição pública desde que as acusações vieram à tona. João Deus ficou menos de 10 minutos no local e, antes de ir embora, declarou que é inocente. No local, João de Deus foi aplaudido pelos funcionários e se pronunciou sobre as denúncias:

“Meus queridos irmãos e minhas queridas irmãs, agradeço a Deus por estar aqui. Ainda sou irmão de Deus, mas quero cumprir a lei brasileira porque estou na mão da lei brasileira. João de Deus ainda está vivo. A paz de Deus esteja convosco”

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