Terminou a 15ª da Feira Literária Internacional de Paraty, que aconteceu de 26 a 30 de julho de 2017 . Menor do que no ano passado, reuniu 56 editoras, pela primeira vez mais mulheres que homens entre os convidados e também com 30% de autores convidados negros.

Pontos Positivos:

  • Diversidade não só na composição dos convidados, mas no público do evento.
  • Aumento na venda de livros durante o evento. De Acordo com dados fornecidos pela livraria Travessa, ao jornal O Globo, o número de exemplares vendidos foi 30% maior que no ano passado.

O livro mais vendido foi Na minha pele (Objetiva) de Lázaro Ramos, que mistura de memórias e reflexões sobre racismo, e outros assuntos. Em segundo lugar A mulher dos pés descalços (Nós), de Scholastique Mukasonga e em terceiro Com o mar por meio – Uma amizade em cartas, que registra as correspondências entre o brasileiro Jorge Amado e o português José Saramago.

  • Foram bastante elogiados os debates sobre Lima Barreto, o homenageado.
  • A coragem da professora aposentada paranaense Diva Guimarães, que durante o painel com Lázaro Ramos, pegou o microfone e falou com coragem e emoção sobre ser negra, sofrer racismo e sobreviver através da educação. O vídeo com sua participação teve, até ontem, mais de 9 milhões e quinhentas mil visualizações na página da Flip no Facebook.
    Pontos Negativo:
  • Festa menor, e ainda com o desafio de trazer mais anunciantes.
  • Menos palestrantes internacionais.
  • Mesmo entre os que foram convidados, os debates foram considerados mornos. Em especial entre Marlon James e Paul Beatty, ambos vencedores do Man Booker Prize, um dos principais prêmios da literatura internacional.
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