Neste domingo, durante o inicio da rodada da NFL, manifestações marcaram o momento de execução do hino nacional dos Estados Unidos em TODOS os jogos. Times inteiros ajoelhados, 200 jogadores assumindo a posição ou de braços dados, em postura que demostra repúdio à declaração de Donald Trump, de que s dirigentes deveriam demitir os jogadores que se ajoelham durante o hino.

Ya President Calls Ballers Moms “Bitches”. WTF.

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O gesto de se ajoelhar como forma de protesto apareceu em 2016, quando o ex-‘quarterback’ dos San Francisco 49ers, Colin Kaeernick, ajoelhou durante o hino, quando é esperada a postura de pé, em protesto aos assassinatos de vários negros por polícias brancos.

“Não me levantarei para mostrar orgulho pela bandeira de um país que oprime a gente negra e de cor”

Desta vez, não só jogadores, mas muitos donos e dirigentes dos times,  entraram em campo e participaram dos manifestos. No jogo do Pittsburgh Steelers, apenas um jogador deles compareceu para ouvir o hino. Na partida entre Titans e Seahawks, os times entraram em campo apenas após a execução do hino, de braços dados em um gesto de união entre as duas equipes.

Donald Trump se manifestou sobre os acontecimentos e aprovou a manifestação de braços dados dos atletas, mas voltou a condenar o fato de se ajoelharem durante o hino:

Também neste final de semana, Stevie Wonder se juntou ao protesto dos atletas contra Donald Trump e as injustiças raciais no país, e se ajoelhou durante sua apresentação no Global Citizen Festival, no Central Park, em Nova Iorque.

“Hoje baixo um joelho pela América. Mas não só um joelho. Baixo os dois joelhos. Ajoelhado, rezo pelo nosso planeta, pelo nosso futuro e pelos líderes do nosso mundo”

Quem também aderiu ao gesto foi Pharrel Williams, que se apresentou o show beneficente que aconteceu no Charlottesville: An Evening of Music and Unity, que aconteceu na University of Virginia

“Se eu quiser me colocar de joelhos agora mesmo para as pessoas da minha cidade, para as pessoas do meu estado, é para isso que serve essa bandeira.”

Pois se Trump nega que sua crítica ao ato de ajoelhar seja de cunho racial, mas apenas uma questão de respeito ao hino, ao país e tal… O pessoal, não engole essa, e segue acreditando que o presidente erra em suas declarações que oprimem aqueles que pensam diferente e provocam segregação. Outro caso polêmico no mundo do esporte, só que no basquete, foi o desconvite à Casa Branca ao jogador da NBA Stephen Curry e ao time Golden State Warriors. O atual campeão da principal liga de basquete, fora convidado ( como acontece com todos os vencedores da liga) para uma homenagem na Casa Branca, mas os jogadores e o técnico dos Warriors, Steve Kerr, sempre fizeram muitas críticas ao governo americano pilotado por Trump, e por isso fariam uma votação para tomar a decisão de comparecer ou não. Stephen Curry se manifestou no sentido de que não comparecer evidenciaria o fato do grupo não concordar a condução do republicano. Eis que Trump disparou, pelo Twitter, claro:

“Ir à Casa Branca é considerado uma grande honra para uma equipe campeã. Stephen Curry duvida. Como tal, o convite está retirado”, disse, novamente no twitter.

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