Já começo aqui dizendo que acho que cada um faz da vida o que bem entender. E que Sabrina é das melhores pessoas desse mundão. Dito isso, vamos lá. Tem polêmica envolvendo a forma como a apresentadora resolveu tratar sua recém anunciada gravidez. Desde o vídeo de revelação que era um publi de uma marca de teste de gravidez, ao anúncio do sexo do bebê, que foi feito em seu programa, Sabrina tem compartilhado abertamente essa descoberta, e faturado com isso também.

O jornalista Mauricio Stycer bateu duro em sua coluna e titulou sua matéria “Sabrina transforma sua gravidez num reality constrangedor”. Relembrou o anúncio da gravidez de Xuxa no Faustão, que ajudou o programa a emplacar ótima audiência, o anúncio da doença de Marcelo Rezende, precedido de chamar sensacionalistas, e criticou a forma como “Apresentadores de televisão parecem considerar que têm a obrigação de dividir com o público tudo que acontece em suas vidas privadas.”

O crítico discorreu sobre a entrevista de Faro com Sabrina, que definiu como vazia e feita em momento inapropriado, já que a apresentadora está grávida há dez semanas e segue internada em um hospital por conta de uma situação de risco. Fecha seus comentários assim:

Sabrina é uma pessoa querida e, por isso, muita gente está interessada em saber detalhes da sua gravidez. Mas não é necessário tanto.”

Britto Jr. foi rápido no Twitter, concordou e disparou:

Teve quem respondesse com a seguinte ponderação:

E teve textão no Instagram:

“Pensadores, já devem ter ouvido a piada do negociante que, de tão ganancioso, seria capaz de vender a própria mãe. Acontece que a piada já foi amplamente superada pela realidade. Há inúmeros casos de famosos que vendem tudo, incluindo a intimidade no intuito de faturar mais e mais com divulgação e propaganda. Você vai argumentar que isso é legal. E eu digo que pode ser legal e lucrativo, mas considero, acima de tudo, patético e constrangedor. E muitas vezes chega a ser até ridículo para marcas e produtos. O que dizer, então, sobre o caso da futura mãe, que atravessa gravidez de risco, usar a imagem do bebê que ainda vai se desenvolver no ventre, em nome do marketing e da propaganda? Devo achar normal, já que vivemos na Era midiática? Considero, isso sim, um absurdo! Até mesmo desrespeito ao próprio bebê, que não tem a menor possibilidade de escolha, uma vez que precisaria ter nascido para isso. Vou além: artistas que fazem propaganda de produtos que todos duvidam que eles usem na vida real, artistas que aparecem em campanhas publicitárias fazendo coisas que normalmente não fazem, artistas em pseudo-reportagens elogiosas que não passam de propaganda disfarçada de jornalismo, enfim, artistas que “enganam” não são artistas de verdade. Atuar é bem diferente de enganar. Recentemente, estrelas da televisão se arrependeram de fazer propaganda para marcas envolvidas em corrupção. Abafa o caso!? Quero deixar bem claro que não sou contra a publicidade, mas creio que chegou a hora dos publicitários e dos artistas que vivem da imagem se darem conta dos exageros e da exploração de situações totalmente fora da lógica, da ética e do bom senso. Quem vende a credibilidade está fazendo um péssimo negócio. Pior até do que vender a mãe ou outro membro da família.Obs.: não adianta alguns virem com “mimimi”, defendendo esse ou aquele só porque é fã e condenando o conteúdo da minha crônica. Escrevo para “reflexão” dos leitores sobre assuntos e questões da atualidade. E não tenho “rabo preso” com ninguém.”

 

Pensadores, já devem ter ouvido a piada do negociante que, de tão ganancioso, seria capaz de vender a própria mãe. Acontece que a piada já foi amplamente superada pela realidade. Há inúmeros casos de famosos que vendem tudo, incluindo a intimidade no intuito de faturar mais e mais com divulgação e propaganda. Você vai argumentar que isso é legal. E eu digo que pode ser legal e lucrativo, mas considero, acima de tudo, patético e constrangedor. E muitas vezes chega a ser até ridículo para marcas e produtos. O que dizer, então, sobre o caso da futura mãe, que atravessa gravidez de risco, usar a imagem do bebê que ainda vai se desenvolver no ventre, em nome do marketing e da propaganda? Devo achar normal, já que vivemos na Era midiática? Considero, isso sim, um absurdo! Até mesmo desrespeito ao próprio bebê, que não tem a menor possibilidade de escolha, uma vez que precisaria ter nascido para isso. Vou além: artistas que fazem propaganda de produtos que todos duvidam que eles usem na vida real, artistas que aparecem em campanhas publicitárias fazendo coisas que normalmente não fazem, artistas em pseudo-reportagens elogiosas que não passam de propaganda disfarçada de jornalismo, enfim, artistas que “enganam” não são artistas de verdade. Atuar é bem diferente de enganar. Recentemente, estrelas da televisão se arrependeram de fazer propaganda para marcas envolvidas em corrupção. Abafa o caso!? Quero deixar bem claro que não sou contra a publicidade, mas creio que chegou a hora dos publicitários e dos artistas que vivem da imagem se darem conta dos exageros e da exploração de situações totalmente fora da lógica, da ética e do bom senso. Quem vende a credibilidade está fazendo um péssimo negócio. Pior até do que vender a mãe ou outro membro da família. Obs.: não adianta alguns virem com “mimimi”, defendendo esse ou aquele só porque é fã e condenando o conteúdo da minha crônica. Escrevo para “reflexão” dos leitores sobre assuntos e questões da atualidade. E não tenho “rabo preso” com ninguém.

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Alisson Mack negocia delação premiada e poderá revelar detalhes da seita de escravas sexuais da qual participou Segue a briga do RPM ( será que a gente pode dizer RPM?)

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