Ontem, no foi enterrado o corpo da cantora Angela Maria, no Cemitério de Congonhas, em São Paulo, mesmo local onde aconteceu o velório. A Sapoti morreu aos 89 anos, no fim da noite do sábado, em decorrência de uma infecção generalizada e a uma parada cardíaca, após 34 dias internada.

No velório, houve homenagem à cantora com o Rinaldo Viana cantando Ave Maria de Gounod. O cortejo para o enterro aconteceu em meio ao canto de Babalú, um dos sucessos da cantora.

Abelim Maria da Cunha nasceu em Macaé, no Rio de Janeiro. Viveu sua infância em Niterói, São Gonçalo e São João de Meriti. Começou a cantar em corais de igreja, foi operária tecelã e inspetora de lâmpadas. Frequentou programas de calouros, e já em 1947, passou a usar o nome Angela Maria para não ser descoberta pelos parentes.

Para ser cantora, Angela Maria abandonou os estudos, o trabalho, indo morar com uma irmã no subúrbio de Bonsucesso. Na década de 1950, era figura carimbada nas rádios Nacional e Mayrink Veiga, conhecida como a Princesa do Rádio. Em 1954, em concurso popular, foi eleita a Rainha do Rádio, mesmo ano em que estreou no cinema, em Rua sem Sol.

Entre seus sucessos da década de 1950, Fósforo queimado, Vida de bailarina, Ave Maria no morro e Lábios de mel.

O apelido de Sapoti, ganhou do então presidente Getúlio Vargas:

“Menina, você tem a voz doce e a cor do sapoti”

Foi parceira de Cauby Peixoto, e com ele lançou discos como Angela e Cauby ao vivo. Pela gravadora Sony, o álbum Amigos (1996), reuniu a cantora à Roberto Carlos, Maria Bethânia, Caetano Veloso e Chico Buarque, entre outros. Foram mais de 500 mil cópias vendidas.

 

Muitas cantoras e famoso se manifestaram nas redes sociais, fazendo suas homenagens à Angela Maria.

 

 

 

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