Em 2016, Joanna Duka e Breanna Koski, proprietárias de uma empresa de caligrafia especializada em convites manuscritos, entraram com um processo contra a cidade de Phoenix. O motivo? Estariam forçadas a aceitar o pedido de fazer convites para um casamento gay, de acordo com a “Portaria de Relações Humanas” da cidade de Phoenix, criada com o objetivo de proteger a comunidade LGBTI de discriminação.

De acordo com a definição, as comerciantes poderiam ser condenadas a até seis meses de prisão, além de pagar multa de 2.500 dólares caso negassem o serviço. Acontece que mediante a decisão do novo processo, a justiça do Arizona decidiu a favor de duas comerciantes que alegaram crenças religiosas. A decisão invalida as sentenças precedentes que condenaram as duas mulheres:

“As crenças de Duka e Koski sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo podem parecer antiquadas e até ofensivas para alguns, mas as garantias de liberdade de expressão e religião não se aplicam apenas àqueles que são considerados suficientemente esclarecidos, avançados ou progressistas. São para todos.”

Duka e Koski foram representados pelo grupo conservador Alliance Defending Freedom (ADF), que defendeu também o chef que se recusou a fazer o bolo de casamento para um casal gay em 2012, no Colorado. Em uma decisão de 7 a 2, na Suprema Corte, foi decidido que o estado do Colorado ultrapassou seus limites legais ao forçar o confeiteiro Jack Phillips a fazer um bolo para uma cerimônia de casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que violava suas crenças religiosas.

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