Sim, eu fui daquelas pessoas que escreveram um Harry Potter que ficou vermelho na minha atualização de status do Facebook, e fez com que muitos que clicassem sobre o nome vissem uma varinha aparecer na tela do computador e perfomar um feitiço <3 Aos 18 anos, li Harry Potter e a Pedra Filosofal, e depois desse devorei todos os outros 7 livros. Agora, volto ao primeiro livro, lendo toda noite para meus filhos.

Foi em 26 de junho de 1997 que a escritora britânica J.K. Rowling publicou o primeiro volume de Harry Potter, que havia sido rejeitado por 10 editoras. Além dos 7 livros, a saga se transformaria em um império que inclui oito filmes ( ou último livro foi dividido em duas produções), produtos, parques temáticos, peça de teatro e o spin off já com foco no cinema Animais Fantásticos e Onde Habitam.

A história da escritora é também muito curiosa. Nascida em um família modesta, Joanne Kathleen Rowling estudou francês na Universidade de Exeter e mudou-se para Portugal para dar aulas de inglês. Foi lá que começou a escrever as aventuras do bruxo, e também onde se casou com um português e teve a sua primeira filha, Jessica. Divorciada em 1995, voltou para seu país e foi morar em Edimburgo, onde desempregada, teve que recorrer a seguro desemprego e enfrentou a depressão. Foi neste período que finalizou o livro e fechou com a editora, a Bloomsbury, que comprou os direitos na Inglaterra por 2 mil libras (pouco mais de R$ 8 mil no valor atual). Detalhe: As 500 cópias iniciais da obra valem hoje quase R$ 100 mil.

Até hoje, o café onde que Rowling escreveu parte do primeiro livro atrai milhares e milhares de fãs. Quer conhecer? Procure pelo The Elephant House, localizado na parte antiga da cidade.

Em 1998, a editora norte-americana Scholastic adquiriu os direitos por US$ 105 mil dólares.

A história, fruto da imaginação da escritora, teria nascido durante uma viagem de trem entre Manchester e Londres. Harry Potter e seus amigos Rony Weasley e Hermione Granger, seus anos de estudo e aventuras na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, dirigida por Albus Dumbledore, conquistariam um exércitos de crianças, que mesmo hoje, já crescidas se vangloriam de saber o que é um patrono, uma horcrux e como age o pó de flu. O combate entre Harry e Lord Voldemort, ainda hoje é fascinante e encanta uma horda de wanna be potterheads.

Entre 1997 e 2007, a escritora soltou os diferentes volumes da saga. Na bem organizada cronologia da narrativa, as aventuras começam no verão de 1991, quando Harry Potter recebe a carta para entrar em Hogwarts. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Harry Potter e a Câmara Secreta, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, Harry Potter e o Cálice de Fogo, Harry Potter e a Ordem da Fênix, Harry Potter e o Enigma do Príncipe e Harry Potter e as Relíquias da Morte. E se a primeira edição foi lançada com apenas 500 exemplares, o último livro da saga vendeu, apenas no primeiro dia, na Inglaterra e Estados Unidos, 11 milhões de cópias.

O livro tem sim algumas inspirações na infância da escritora, que sempre foi uma menina fascinada por literatura e muito estudiosa, assim como Hermione. Já adolescente, Rowling teve uma relação muito complicada com o pai, assim como Harry tinha muitas dificultadas em lidar com os tios. A mãe da escritora viveu por dez anos com escleroso múltipla. Os dementadores, criaturas das trevas sugadoras da felicidade alheia, surgiram na época em que se divorciou e como mãe solteira, lidou com a depressão. E acredite: na infância, a autora brincava com os irmãos Vikki e Ian Potter, seus vizinhos. Foi daí, de trouxas, que veio o sobrenome mais famoso do mundo bruxo. A data de nascimento da escritora é a mesma do menino bruxo, 31 de julho.

Hoje a escritora tem uma fortuna estimada em 650 milhões de libras, e figura nas listas das pessoas mais ricas do mundo. A marca Harry Potter, sozinha, valeria algo em torno de U$80 bilhões. Os sete volumes da saga foram traduzidos para 79 idiomas em 200 países e venderam um total de 500 milhões de exemplares desde o seu lançamento. Estimativas em sites especializados estimam que os filmes derivados faturaram 7,2 bilhões de dólares, os livros 7,7 bilhões de dólares e os produtos 7,3 bilhões de dólares.

 

 

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