steven-avery-1024

Nas férias, assisti a série documental de Moira Demos e Laura Ricciardi. Muito tem se falado na web desde que Making a Murderer foi lançado em dezembro do ano passado. O documentário é considerado um fenômeno do serviço de streaming, tanto que chegou a mobilizar 350 mil americanos a enviarem uma petição à Casa Branca pedindo que o governo perdoe Steven Avery, que é o centro da trama. A série é certamente tendenciosa e nos faz acreditar que Steven Avery é realmente inocente, e depois de ter sido preso por 18 anos por um crime que não teria cometido, sendo solto depois de consideradas provas através da analise de DNA, foi pego numa armação para que fosse condenado novamente.

E no final você fica meio em choque e imaginando que o cara ( e seu sobrinho … assista para entender) estará preso até, pelo menos, 2048. Na web o debate é infinito. Ken Kratz é o “vilão” do documentário, o promotor do caso foi a público e tem sido entrevistado sobre o caso e afirmando que o público foi convencido da inocência de Avery porque o documentário omitiu provas e evidências importantes que levaram o júri a condená-lo. Jodi Stachowski, que no documentário é apresentada como ex-noiva de Avery e que o defende o tempo todo, disse em entrevista à uma emissora americana que o apoio dado a Avery no documentário não passou de uma atuação.

Tem que assistir, e independente do que vá acontecer com Avery, fato é que o chefe de conteúdo do Netflix, Ted Sarandos deu margem para que aconteça uma segunda temporada, e com certeza existe muito interesse sobre o assunto.

Jennifer Lawrence viverá amante de Fidel Castro

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.