Eu fui daquelas que sempre apostou que Narcos sobreviveria sem Pablo Escobar. Mesmo porque meu preferido sempre foi o agente Peña, interpretado pelo ótimo Pedro Pascal. E assim foi, pelo menos nos 6 primeiro episódios que já conferi da terceira temporada da série Netflix. Acompanhar o Cartel de Cali, mais organizado, igualmente violento e plural em chefes, faz da experiência de assistir algo muito mais dinâmico do que rolou com a segunda e solitária temporada acompanhando o escondido Pablo. Então temos Gilberto Rodriguez Orejuela, o fundador de Cali, interpretado por Damián Alcázar , acompanhado de Miguel Rodríguez (Francisco Denis), Pacho (Alberto Ammann) e Chepe (Pêpê Rapazote).

Meu preferido entre os maldosos é Pacho. Sanguinário, sensual e gay, ele é um bandido e tanto.

A corrupção chega também a níveis interessantíssimos, com toques de espionagem que enchem de intriga e ingredientes bastante saborosos. Adoro a figura do chefe de segurança, que vive o dilema de abandonar o lado errado, mas se vê preso em um prazo imposto pela chefia assassina.

A narração em off, agora de Peña, segue dando as coordenadas do que acontece, e dando aquele didatismo maroto e interessante presente não só na série, mas em filmes de José Padilha, como Tropa de Elite.

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