Ontem rolou em Nova York mais uma edição do  Met Gala, também conhecido como Baile do Met. O pessoal da moda aguarda ansiosos por esse vento para ver estilistas famoso elegerem seus protegidos, que são sempre celebridades, modelos e tal, que aparecem por lá vestindo suas criações mais malucas, e balizadas pelo tema do ano, com  o objetivo levantar fundos para o departamento de moda do museu. O tapete vermelho também marca a abertura da exposição anual do Costume Institute, que a cada ano escolhe um tema para contemplar, que desta vez foi Heavenly Bodies: Fashion and the Catholic Imagination, ou alguma coisa como Corpos Celestiais: Moda e a Imaginação Católica. Traduzindo em miúdos, uma exposição que trata da relação do catolicismo com a moda. O acervo conta inclusive com roupas dos Papas, cedidas pelo Vaticano. E por falar nisso, vamos começar com a papisa Rihanna:

A capa e o vestido são da marca francesa Maison Margiela . A mitra, esse chapéu usado pela cantora, foi assinado pelo chapeleiro Stephen Jones. como um anjo, tivemos a presença de Katy Perry, de Versace.

Mais discreta, mas também vestindo a marca italiana, estava Gisele Bundchen. Seu vestido era totalmente sustentável. O tecido e forro de seda são 100% orgânicos e ecologicamente tingidos, as linhas são de algodão 100% orgânico e tudo é certificado pela organização GOTS.

Foi bem incrível também ver Jared Leto no papel que sempre imaginam,os pra ele: o de Jesus. ao seu lado está Lana Del Rey, e Alessandro Michele, o estilista responsável pelos looks, da Gucci:

#MetGala with @lallo25 + @lanadelrey 👑💙🙏🏼 @gucci #MetHeavenlyBodies

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Claro que Madonna não poderia estar de fora desse tapete vermelho.

Ela que usou muita cruz nos anos 80, e que com Like a Prayer balançou as estruturas que separavam a Igreja e a cultura pop apareceu carolamente vestida de Jean Paul Gaultier para mais tarde, depois do jantar, surpreender à todos quando de dentro de um manto monástico, desceu as escadas do Grande Salão e ao som de sinos da igreja mandou ver no seu hitzão

Ela fechou a noite com a interpretação de Hallelujah.

E claro que tem muita gente que arrasou, mas tem também aquele pessoal que fez o críticos torcerem o nariz. Amal  mulher de George Clooney, sempre elogiada pela elegância, desta vez ficou na mira da patrulha fashion:

Para avançar no setor MEMES do Met Gala, recomendo o Morri de Sunga Branca e a genial analise do O que teve.

Segue a briga do RPM ( será que a gente pode dizer RPM?) Seleções feminina e masculina de futebol ganhando igualzinho na Nova Zelândia

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