A segunda temporada da trama baseada em fatos reais e que narra a trajetória da rainha Elisabeth 2ª já está disponível na Netflix. The Crown merece muito da sua atenção. E não é só pela super produção, que inclui detalhes de figurino e cenários incríveis. Nem apenas por ter ótimos atores, mas também por ter encontrado um forma envolvente e interessante de narrar acontecimentos públicos, revelando intimidades da família real.

A primeira temporada centrou no momento em que a princesa perde o pai, se casa e sobe ao trono, em 1952, aos 25 anos. Pudemos acompanhar a relação da jovem monarca com o primeiro ministro Winston Churchill, magistralmente interpretado por John Lithgow. Se você ainda não assistiu, faça isso. Não irá se arrepender. E antes, confira o filme O Discurso do Rei, que te munirá do pré Elisabeth que você precisa saber.

A segunda temporada começa em 1956, e temos problemas no paraíso ( ou será no inferno?) quando o casamento real começa a desandar. Já tínhamos essa pista no final da primeira temporada.

A relação de Elisabeth e Philip é um trunfo interessante da série. Se já nos sentíamos embrenhados na intimidade de uma relação antes preservada, agora vamos embarcar no lado B das DRS que só pudemos acompanhar pelos tabloides. E claro que segue aquela divisão entre os desejos pessoais e o comportamento esperado de membros da monarquia. Assim, o divórcio não é uma opção. Já tínhamos um gostinho disso na primeira temporada, através da irmã da rainha, Margaret. Diz que nessa temporada ela também brilha muito. Palmas para a atriz Vanessa Kirby.

Claire Foy é incrível e faz uma rainha humana, falha, frágil, mas que sabemos: crescerá, endurecerá. E isso não é spoiler, é pura constatação, já que temos ainda viva essa longeva monarca. Aliás, é o inglês Peter Morgan quem escreve a série, mesmo que nos apresentou uma versão madura da personagem no filme The Queen (2006), protagonizado por Helen Mirren.

Teremos retratada nessa segunda temporada momentos como a visita de John Fitzgerald Kennedy (Michael C. Hall) e da primeira-dama Jacqueline Kennedy (Jodi Balfour) . Tchau, fui maratonar.

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